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Países do Golfo começam a entender que EUA não os protegerão das ameaças, diz revista
Países do Golfo começam a entender que EUA não os protegerão das ameaças, diz revista
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As monarquias petrolíferas do golfo Pérsico estão desiludidas com a capacidade e o desejo dos Estados Unidos de agir em sua defesa, escreve a revista Foreign... 06.03.2026, Sputnik Brasil
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A revista destaca que, quando o Irã retaliou contra as bases norte-americanas, os países da região perceberam quão indefesos estavam, apesar de todas as declarações de políticos estadunidenses e dos tratados com os EUA.Segundo a publicação, o voo de drones sobre Abu Dhabi reforçou a lição de que a aliança com os EUA não conseguiu ou não quis compensar a vulnerabilidade real.Além disso, o texto salienta que a escalada recente do conflito destruiu a difícil aproximação regional desenvolvida nos últimos três anos.De acordo com a publicação, a agressão contra o Irã e sua retaliação fizeram com que os outros países fossem envolvidos no confronto, apesar de não terem aspirado a participar dele.Portanto, o artigo conclui que os países do Golfo começam a entender que não podem confiar nos Estados Unidos para protegê-los.No dia 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv, foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares. Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubar o regime.No dia 1º de março de 2026, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.De acordo com relatos da imprensa, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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Países do Golfo começam a entender que EUA não os protegerão das ameaças, diz revista
As monarquias petrolíferas do golfo Pérsico estão desiludidas com a capacidade e o desejo dos Estados Unidos de agir em sua defesa, escreve a revista Foreign Policy.
A revista
destaca que, quando o Irã retaliou contra as bases norte-americanas, os países da região perceberam quão indefesos estavam, apesar de todas as declarações de políticos estadunidenses e dos tratados com os EUA.
"Os Estados do Golfo já não podem mais acreditar que os Estados Unidos podem ou irão protegê-los [...]. Mesmo que sejam forçados a cooperar abertamente com Israel em sua guerra, eles o verão cada vez mais como uma ameaça, e não como um potencial aliado", ressalta a matéria.
Segundo a publicação, o voo de drones sobre
Abu Dhabi reforçou a lição de que a aliança com os EUA não conseguiu ou não quis compensar a vulnerabilidade real.
Além disso, o texto salienta que a escalada recente do conflito destruiu a difícil aproximação regional desenvolvida nos últimos três anos.
De acordo com a publicação,
a agressão contra o Irã e sua retaliação fizeram com que os outros países fossem envolvidos no confronto, apesar de não terem aspirado a participar dele.
Portanto, o artigo conclui que os países do Golfo começam a entender que não podem confiar nos Estados Unidos para protegê-los.
No dia 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv, foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares. Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubar o regime.
No dia 1º de março de 2026, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
De acordo com relatos da imprensa, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também
infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no
Oriente Médio.
A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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