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'Os Estados Unidos estão atolados em seus cálculos equivocados', diz secretário iraniano
'Os Estados Unidos estão atolados em seus cálculos equivocados', diz secretário iraniano
Sputnik Brasil
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que os Estados Unidos estão "atolados no buraco de seus cálculos... 07.03.2026, Sputnik Brasil
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As declarações foram divulgadas pela agência estatal IRNA em meio à escalada militar iniciada em 28 de fevereiro. Segundo Larijani, o presidente norte-americano Donald Trump "ameaçou parte do povo iraniano hoje porque, por mais que tentasse, o povo não lhe respondeu", acrescentando que "o povo do Irã está unido pelo Irã". Para o dirigente, o objetivo dos adversários "desde o início da guerra não era uma mudança limitada, mas o próprio Irã", numa tentativa de promover sua divisão e desintegração.Larijani declarou ainda que Washington e seus aliados teriam apostado na aplicação de um "plano venezuelano" contra Teerã, mas teriam fracassado. O secretário também afirmou que o Irã não deseja a ampliação do conflito, porém advertiu que, caso países europeus intervenham, haverá resposta proporcional.Em tom mais duro, o secretário disse que o Irã "punirá Trump pelo assassinato do Líder da Revolução", referindo-se ao aiatolá Ali Khamenei, e que não o deixará impune. Segundo Larijani, seria melhor que Trump "admitisse que cometeu um erro e foi enganado por Israel".Relações regionais e recados ao AzerbaijãoLarijani afirmou que ainda Teerã não tem problemas com o Azerbaijão, mas advertiu que qualquer conspiração ou ataque aéreo contra o Irã que parta de seu território será respondido. A autoridade iraniana acrescentou que os países da região "agora entendem que os Estados Unidos não podem garantir estabilidade" e reconhecem que o Irã não os atacou diretamente.O dirigente também mencionou supostas tentativas de incitar grupos étnicos contra o governo iraniano. Nesse contexto, afirmou que "os curdos são um povo iraniano autêntico" e sabem o que ocorreu com comunidades curdas na Síria.Apesar da escalada militar, Larijani declarou que o abastecimento interno segue funcionando. Segundo ele, mesmo com o consumo diário de gasolina atingindo 190 milhões de litros, o fornecimento de combustível e bens essenciais não sofreu interrupções.Presidente iraniano promete resistência 'até a morte'Já o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, também reforçou mais cedo o discurso de enfrentamento e afirmou que o país não se deixará intimidar pelos ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel, que, segundo autoridades iranianas, já causaram mais de 1.200 mortes desde o fim de fevereiro."Estamos firmes e resistiremos até a morte para defender nosso país", reiterou o presidente. Ele acrescentou que as ações militares iranianas no Oriente Médio têm como alvo "bases, instalações e estruturas militares americanas na região" e posições estratégicas em Israel, negando ataques contra países vizinhos como Emirados Árabes Unidos ou Catar.
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'Os Estados Unidos estão atolados em seus cálculos equivocados', diz secretário iraniano
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que os Estados Unidos estão "atolados no buraco de seus cálculos equivocados" ao avaliarem a situação interna iraniana e os desdobramentos da ofensiva conduzida por Washington e Tel Aviv.
As declarações
foram divulgadas pela agência estatal IRNA em meio à escalada militar iniciada em 28 de fevereiro. Segundo Larijani, o
presidente norte-americano Donald Trump "ameaçou parte do povo iraniano hoje porque, por mais que tentasse, o povo não lhe respondeu", acrescentando que "o povo do Irã está unido pelo Irã".
Para o dirigente, o objetivo dos adversários "desde o início da guerra não era uma mudança limitada, mas o próprio Irã", numa tentativa de promover sua divisão e desintegração.
Larijani declarou ainda que Washington e seus aliados teriam apostado na aplicação de um "plano venezuelano" contra Teerã, mas teriam fracassado. O secretário também afirmou que o Irã não deseja a ampliação do conflito, porém advertiu que,
caso países europeus intervenham, haverá resposta proporcional.
Em tom mais duro, o secretário disse que o Irã "punirá Trump pelo assassinato do Líder da Revolução", referindo-se ao aiatolá Ali Khamenei, e que não o deixará impune. Segundo Larijani, seria melhor que Trump "admitisse que cometeu um erro e foi enganado por Israel".
Relações regionais e recados ao Azerbaijão
Larijani afirmou que ainda Teerã não tem problemas com o Azerbaijão, mas advertiu que qualquer conspiração ou ataque aéreo contra o Irã que parta de seu território será respondido. A autoridade iraniana acrescentou que os países da região "agora entendem que os Estados Unidos não podem garantir estabilidade" e reconhecem que o Irã não os atacou diretamente.
O dirigente também mencionou supostas tentativas de incitar grupos étnicos contra o governo iraniano. Nesse contexto, afirmou que "os curdos são um povo iraniano autêntico" e sabem o que ocorreu com
comunidades curdas na Síria.
Apesar da escalada militar, Larijani declarou que o abastecimento interno segue funcionando. Segundo ele, mesmo com o consumo diário de gasolina atingindo 190 milhões de litros, o fornecimento de combustível e bens essenciais não sofreu interrupções.
Presidente iraniano promete resistência 'até a morte'
Já o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, também reforçou mais cedo o discurso de enfrentamento e afirmou que o país não se deixará intimidar pelos ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel, que, segundo autoridades iranianas, já causaram mais de 1.200 mortes desde o fim de fevereiro.
"A ideia de que o Irã se renderá incondicionalmente é um sonho que nossos inimigos levarão para o túmulo", declarou Pezeshkian, em resposta às falas de Trump de que a "rendição incondicional" seria o único caminho restante para Teerã.
"Estamos firmes e
resistiremos até a morte para defender nosso país", reiterou o presidente. Ele acrescentou que as ações militares iranianas no Oriente Médio têm como alvo "bases, instalações e estruturas militares americanas na região" e posições estratégicas em Israel, negando ataques contra países vizinhos como Emirados Árabes Unidos ou Catar.
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