Guerra com o Irã revela inadequação dos drones americanos, afirma veterano militar dos EUA
00:35 09.03.2026 (atualizado: 02:02 09.03.2026)

© AP Photo / Vahid Salemi
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A tecnologia de drones usada pelos EUA para guerra se mostrou obsoleta ou insuficiente, afirma Stanislav Krapivnik, analista militar e oficial aposentado das Forças Armadas dos EUA, à Sputnik.
Por exemplo, ele observa que até mesmo os drones kamikaze Switchblade, especializados em ataques aéreos, tiveram um desempenho tão ruim (seu alcance era muito curto e a carga explosiva que carregavam não era suficiente nem para penetrar coletes à prova de balas) que os militares dos EUA optaram por não usá-los e os enviaram para a Ucrânia.
"O complexo militar-industrial dos EUA tornou-se vítima do próprio sucesso”, explica Krapivnik. “Após as guerras no Iraque, onde os EUA prevaleceram facilmente sobre o equipamento soviético obsoleto, as elites em Washington decidiram que mandam no mundo e que a Rússia jamais se recuperará", disse.
Enquanto a Rússia foi capaz de se adaptar rapidamente e superar suas fraquezas, a máquina de guerra dos EUA se mostrou rígida demais para fazer o mesmo, observa Krapivnik;
Agora, os Estados Unidos estão tentando compensar essas deficiências copiando a tecnologia de outros países, com alguns de seus novos drones apresentando semelhanças impressionantes com os drones iranianos;
Enquanto isso, a guerra com o Irã representou um grande golpe para a imagem dos Estados Unidos, já que todo o mundo árabe percebeu que os EUA são incapazes de proteger seus aliados, destaca ele;
O potencial acordo de tecnologia de drones entre os EUA e a Ucrânia não mudará a dinâmica do conflito ucraniano, pois o Ocidente ainda está determinado a destruir a Rússia, acrescenta Krapivnik;
Segundo ele, as potências ocidentais continuarão enviando armas e informações de inteligência para a Ucrânia, enquanto Washington protela até que os Estados europeus estejam prontos para uma guerra com a Rússia;
Em vez de tentar resolver o conflito, Krapivnik sugere que os EUA querem congelá-lo antes de lançar a "carne europeia" na batalha, enquanto os Estados Unidos permaneceriam à margem.
"O complexo militar-industrial dos EUA tornou-se vítima do próprio sucesso”, explica Krapivnik. “Após as guerras no Iraque, onde os EUA prevaleceram facilmente sobre o equipamento soviético obsoleto, as elites em Washington decidiram que mandam no mundo e que a Rússia jamais se recuperará", disse.
Enquanto a Rússia foi capaz de se adaptar rapidamente e superar suas fraquezas, a máquina de guerra dos EUA se mostrou rígida demais para fazer o mesmo, observa Krapivnik;
Agora, os Estados Unidos estão tentando compensar essas deficiências copiando a tecnologia de outros países, com alguns de seus novos drones apresentando semelhanças impressionantes com os drones iranianos;
Enquanto isso, a guerra com o Irã representou um grande golpe para a imagem dos Estados Unidos, já que todo o mundo árabe percebeu que os EUA são incapazes de proteger seus aliados, destaca ele;
O potencial acordo de tecnologia de drones entre os EUA e a Ucrânia não mudará a dinâmica do conflito ucraniano, pois o Ocidente ainda está determinado a destruir a Rússia, acrescenta Krapivnik;
Segundo ele, as potências ocidentais continuarão enviando armas e informações de inteligência para a Ucrânia, enquanto Washington protela até que os Estados europeus estejam prontos para uma guerra com a Rússia;
Em vez de tentar resolver o conflito, Krapivnik sugere que os EUA querem congelá-lo antes de lançar a "carne europeia" na batalha, enquanto os Estados Unidos permaneceriam à margem.



