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Conselho de Segurança da ONU aprova resolução que exige que Irã interrompa ataques a países árabes
Conselho de Segurança da ONU aprova resolução que exige que Irã interrompa ataques a países árabes
Sputnik Brasil
O Conselho de Segurança da ONU adotou nesta quarta-feira (11) uma resolução elaborada pelo Bahrein exigindo que o Irã cesse seus ataques contra os países do... 11.03.2026, Sputnik Brasil
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Irã não reconhece; China e Rússia criticam resoluçãoO embaixador iraniano na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir Saeid Iravani, informou que seu país não reconhece a resolução, e o representante da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, declarou que Moscou está profundamente decepcionada com o voto do Conselho de Segurança. Segundo ele, a resolução é tendenciosa e unilateral.Os Estados Unidos vetaram ainda uma resolução proposta pela Rússia que pedia cessar-fogo no Oriente Médio e condenava ataques contra civis.Quatro países votaram a favor da resolução, enquanto nove se abstiveram. Os Estados Unidos, como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, vetaram a resolução. A Letônia também votou contra.A China também lamentou o veto à proposta da Rússia, disse o embaixador chinês na ONU, Fu Cong.Mais cedo, nesta quarta-feira (11), o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, informou ter reafirmado o seu compromisso com a paz em meio ao conflito no Oriente Médio durante conversas realizadas com líderes da Rússia e do Paquistão.No dia 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã. Em resposta, o Irã realizou ataques retaliatórios contra o território israelense e contra instalações militares dos EUA na região do Oriente Médio.Washington e Tel Aviv afirmaram que a operação militar configura um ataque preventivo, motivado por supostas ameaças de Teerã devido ao seu programa nuclear.
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Conselho de Segurança da ONU aprova resolução que exige que Irã interrompa ataques a países árabes
16:44 11.03.2026 (atualizado: 20:00 11.03.2026) O Conselho de Segurança da ONU adotou nesta quarta-feira (11) uma resolução elaborada pelo Bahrein exigindo que o Irã cesse seus ataques contra os países do Golfo Pérsico, sem mencionar a campanha militar dos EUA e de Israel contra a República Islâmica. Treze países votaram a favor do documento; Rússia e China se abstiveram.
Irã não reconhece; China e Rússia criticam resolução
O embaixador iraniano na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir Saeid Iravani, informou que seu país não reconhece a resolução, e o representante da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, declarou que Moscou está profundamente decepcionada com o voto do Conselho de Segurança. Segundo ele, a resolução é tendenciosa e unilateral.
Os Estados Unidos vetaram ainda uma resolução proposta pela Rússia que pedia
cessar-fogo no Oriente Médio e condenava ataques contra civis.
"Estamos profundamente desapontados com o fato de o Conselho de Segurança não ter conseguido adotar esta resolução tão necessária hoje", disse Nebenzya.
Quatro países votaram a favor da resolução, enquanto nove se abstiveram. Os Estados Unidos, como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, vetaram a resolução. A Letônia também votou contra.
A China também lamentou o veto à proposta da Rússia, disse o embaixador chinês na ONU, Fu Cong.
"Estamos desapontados e lamentamos que a proposta não tenha sido adotada", disse o diplomata.
Mais cedo, nesta quarta-feira (11), o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, informou ter reafirmado o seu
compromisso com a paz em meio ao conflito no Oriente Médio durante conversas realizadas com
líderes da Rússia e do Paquistão.
"A única forma de pôr fim a esta guerra, provocada pelo regime sionista e pelos Estados Unidos, é o reconhecimento dos direitos legítimos do Irã, o pagamento de reparações e garantias internacionais confiáveis contra futuras agressões", disse Pezeshkian em seu perfil no X.
No dia 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel
começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã. Em resposta,
o Irã realizou ataques retaliatórios contra o território israelense e contra instalações militares dos EUA na região do Oriente Médio.
Washington e Tel Aviv afirmaram que a operação militar configura um ataque preventivo, motivado por supostas ameaças de Teerã devido ao seu programa nuclear.
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