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Conflito com Irã enfraquece posição dos EUA na região da Ásia-Pacífico, o que beneficia China, diz analista

© Foto / Conta WeChat da Frota do Mar do Sul da China do Exército de Libertação Popular (ELP) chinêsGrupo liderado pelo porta-aviões Shandong em exercícios no mar do Sul da China
Grupo liderado pelo porta-aviões Shandong em exercícios no mar do Sul da China - Sputnik Brasil, 1920, 11.03.2026
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A realocação de recursos militares dos EUA da região da Ásia-Pacífico para o Oriente Médio é benéfica para Pequim, acredita Li Yihu, chefe do Instituto de Estudos de Taiwan na Universidade de Pequim, cuja opinião foi publicada no jornal chinês South China Morning Post.
O jornal chinês cita as palavras de Li Yihu, que afirmou que, com o desenvolvimento das capacidades da China para restringir o acesso no estreito de Taiwan, Pequim pode se beneficiar se o destacamento de tropas americanas na região for reduzido.

"O envolvimento de Washington em numerosos conflitos, incluindo a guerra em curso no Irã, coloca uma pressão sobre as Forças Armadas [dos EUA] e reduz sua presença militar na Ásia", diz-se na publicação.

Com a redução da presença militar dos Estados Unidos na região da Ásia-Pacífico, Pequim aumenta suas possibilidades de ganhar vantagem estratégica no estreito de Taiwan.
Anteriormente, o canal de televisão sul-coreano SBS informou que os Estados Unidos poderiam ter retirado da Coreia do Sul a única bateria do sistema de defesa antimísseis THAAD implantada nas Forças Armadas dos EUA na Coreia do Sul (USFK, na sigla em inglês), no contexto da situação no Oriente Médio.
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Ao mesmo tempo, o chefe da Defesa de Taiwan, Gu Lixiong, citado pelo jornal Taipei Times, disse que Washington ainda não havia pedido a Taiwan que redistribuísse armas da ilha para o Oriente Médio.
Gu Lixiong observou que os Estados Unidos são o principal fornecedor de armas para a ilha, que, em particular, atualmente tem mísseis Patriot norte-americanos em seu arsenal.
Vale destacar que, anteriormente, em um relatório apresentado à 4ª sessão do Congresso Nacional do Povo (Parlamento da República Popular da China) da 14ª convocação, observou-se que, em 2026, a China vai promover a causa da reunificação com Taiwan, dará golpes decisivos às forças independentistas que defendem a independência da ilha e resistirá à interferência de forças externas na questão de Taiwan.
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