https://noticiabrasil.net.br/20260311/setor-energetico-do-catar-enfrenta-situacao-critica-nao-vista-desde-2008-informa-midia-48815638.html
Setor energético do Catar enfrenta situação crítica não vista desde 2008, informa mídia
Setor energético do Catar enfrenta situação crítica não vista desde 2008, informa mídia
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A maior usina de exportação de gás natural liquefeito do mundo (GNL), no Catar, não exporta um único lote há cinco dias, a maior sequência desde 2008, afirma a... 11.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-11T07:20-0300
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panorama internacional
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Na avaliação da agência, tal situação, causada pelo conflito no Oriente Médio e as tensões no estreito de Ormuz, pode fazer com que os preços do gás natural liquefeito aumentem, afetando assim os mercados globais.Segundo a publicação, o fechamento sem precedentes da usina da QatarEnergy de gás natural liquefeito, que fornece quase 20% do GNL mundial, ocorreu após um ataque de drones no início da semana passada, o que levou a um forte aumento nos preços do gás na Europa e na Ásia.Analistas da agência sugeriram que, depois da parada da produção em Ras Laffan, foram feitos vários carregamentos do GNL das reservas, o último dos quais ocorreu no dia 6 de março.Ao analisar os dados do sistema do rastreamento de embarcações Kpler, os analistas constataram que um petroleiro carregado com GNL não saiu do terminal em Ras Laffan por cinco dias.Desde 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã, nenhum navio transportador de GNL passou pelo estreito de Ormuz, adicionaram os autores do artigo.Uma interrupção prolongada no fornecimento levará a um aperto da situação no mercado global de GNL e pode causar escassez desse combustível em países em desenvolvimento que sofrem escassez de finanças.O conflito no Oriente Médio, iniciado após ataques israelenses e norte-americanos contra alvos no Irã, afetou o comércio de petróleo na região ao perturbar rotas marítimas importantes, inclusive as que passam pelo estreito de Ormuz.Assim, a estatal petrolífera Saudi Aramco, da Arábia Saudita, começou a reduzir a produção em dois de seus campos devido às tensões na região, enquanto produtores vizinhos têm tomado medidas semelhantes para proteger suas instalações energéticas diante do aumento dos riscos.
https://noticiabrasil.net.br/20260310/principal-motivo-para-acabar-com-conflito-iraniano-sera-ameaca-da-crise-energetica-afirma-analista-48783432.html
https://noticiabrasil.net.br/20260309/petroleo-comercio-turismo-e-guerra-os-efeitos-do-conflito-no-ira-para-o-brasil-e-o-mundo-48763126.html
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Setor energético do Catar enfrenta situação crítica não vista desde 2008, informa mídia
A maior usina de exportação de gás natural liquefeito do mundo (GNL), no Catar, não exporta um único lote há cinco dias, a maior sequência desde 2008, afirma a agência de notícias Bloomberg.
Na avaliação da agência, tal situação,
causada pelo conflito no Oriente Médio e as tensões no estreito de Ormuz, pode fazer com que
os preços do gás natural liquefeito aumentem, afetando assim os mercados globais.
Segundo a publicação, o fechamento sem precedentes da usina da QatarEnergy de gás natural liquefeito,
que fornece quase 20% do GNL mundial, ocorreu após um ataque de drones no início da semana passada, o que levou a um forte aumento nos preços do gás na Europa e na Ásia.
Analistas da agência sugeriram que, depois da parada da produção em Ras Laffan, foram feitos vários carregamentos do GNL das reservas, o último dos quais ocorreu no dia 6 de março.
Ao analisar os dados do sistema do rastreamento de embarcações Kpler, os analistas constataram que um petroleiro carregado com GNL não saiu do terminal em Ras Laffan por cinco dias.
Desde 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã,
nenhum navio transportador de GNL passou pelo estreito de Ormuz, adicionaram os autores do artigo.
Uma interrupção prolongada no fornecimento levará a um aperto da situação no mercado global de GNL e pode causar escassez desse combustível em países em desenvolvimento que sofrem escassez de finanças.
O conflito no Oriente Médio,
iniciado após ataques israelenses e norte-americanos contra alvos no Irã, afetou o comércio de petróleo na região ao perturbar rotas marítimas importantes, inclusive as que passam pelo
estreito de Ormuz.
Assim, a estatal petrolífera
Saudi Aramco, da Arábia Saudita,
começou a reduzir a produção em dois de seus campos devido às tensões na região, enquanto produtores vizinhos têm tomado medidas semelhantes
para proteger suas instalações energéticas diante do aumento dos riscos.
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