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Mídia: Israel ameaça ampliar ofensiva e tomar territórios no sul do Líbano em resposta ao Hezbollah

© AP Photo / Ariel SchalitSoldados israelenses observam prédios destruídos no sul do Líbano, vistos do norte de Israel, 26 de janeiro de 2025
Soldados israelenses observam prédios destruídos no sul do Líbano, vistos do norte de Israel, 26 de janeiro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2026
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Israel ameaçou "tomar territórios" no sul do Líbano e ordenou que o Exército se prepare para ampliar a ofensiva contra o Hezbollah, após o grupo lançar cerca de 200 mísseis contra seu território. A escalada ocorre em meio a bombardeios diários, incursões terrestres e ao colapso da trégua que vigorou até maio.
De acordo com o G1, Israel elevou o tom contra o Hezbollah ao ameaçar "tomar territórios" no sul do Líbano caso o grupo não interrompa os ataques.

O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou ter alertado o presidente libanês, dizendo: "Adverti o presidente do Líbano [Joseph Aoun] de que, se o governo libanês não souber controlar o território [...] tomaremos o território e faremos isso nós mesmos."

Katz também declarou ter ordenado ao Exército que se prepare para "expandir" as operações no Líbano, onde tropas e tanques israelenses já atuam na região fronteiriça. Há relatos de incursões terrestres em cidades libanesas do extremo sul, além do reforço militar contínuo.
Os confrontos entre Israel e Hezbollah se intensificaram desde os primeiros dias da guerra envolvendo EUA, Israel e Irã. O Hezbollah, aliado de Teerã, responde aos bombardeios diários de Israel, inclusive em Beirute. Segundo o Exército israelense, mais de 500 ataques aéreos já foram feitos contra alvos do grupo.
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A escalada coincide com um aumento significativo dos bombardeios de ambos os lados. Israel relatou que o Hezbollah lançou cerca de 200 mísseis na noite de quarta-feira (11), no que classificou como o "maior bombardeio" desde a retomada da guerra. Apenas "dois ou três impactos diretos" foram registrados, segundo autoridades israelenses.

O Hezbollah, por sua vez, afirma responder às ofensivas israelenses e manter pressão na fronteira, onde os combates se tornaram diários. A região vive um ciclo de ataques e retaliações que amplia o risco de uma guerra mais ampla.

Antes dessa nova fase de hostilidades, Israel e Hezbollah mantinham um cessar-fogo firmado após o conflito de 2023–2024. A trégua, porém, ruiu em 1º de maio, quando os EUA e Israel resolveram entrar em guerra contra o Irã.
Ainda segundo a apuração, a ameaça de Israel de avançar territorialmente marca um dos momentos mais tensos desde o fim da trégua e sinaliza a possibilidade de uma operação terrestre mais profunda, caso o Hezbollah mantenha resistência.
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