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Guerra dos EUA contra Irã prejudica Europa, mas ela apoia ações de Washington, diz mídia
Guerra dos EUA contra Irã prejudica Europa, mas ela apoia ações de Washington, diz mídia
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A Europa pode sofrer com a guerra no Oriente Médio, mas os políticos não se mobilizam para evitar as consequências do conflito. Eles apenas toleram e apoiam as... 13.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-13T12:37-0300
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Segundo o artigo, o conflito iraniano pode afetar gravemente o continente europeu, mas os seus líderes fazem pouco para garantir sua segurança e, ao contrário, declaram apoio ao presidente norte-americano, Donald Trump, em sua ofensiva contra Teerã.Assim, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, permitiu que os Estados Unidos usassem bases britânicas, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, apoiou os esforços "para se livrar desse terrível regime".O presidente francês, Emmanuel Macron, por sua vez, enviou vários navios de guerra para a região. Já a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, ofereceu bases aos americanos e enviou sistemas de defesa antiaérea para o golfo Pérsico, explicou Jager.Ao mesmo tempo, o professor ressaltou que as consequências dessa guerra podem ser catastróficas, já que os preços da energia estão subindo rapidamente devido ao congestionamento no estreito de Ormuz.Jager explicou esse comportamento dos líderes europeus pela dependência dos países do continente em relação aos Estados Unidos em termos de ideologia, segurança e energia.Como a Europa parou de receber gás russo em 2022, teve que comprar o recurso dos Estados Unidos e, em parte, do Catar, cujo fornecimento foi interrompido devido à guerra na região. Portanto, para não perder o gás norte-americano, a Europa precisa "seguir a linha da Casa Branca, e não atravessá-la".Quanto à segurança, o autor do artigo apontou que os europeus continuam dependentes do fornecimento de armas dos EUA por causa do conflito na Ucrânia.Finalmente, a "subordinação dos líderes europeus" aos norte-americanos é explicada pelo fato de que a atual geração de dirigentes europeus cresceu em um ambiente marcado pelo conceito do poder absoluto dos EUA e, portanto, ainda o vê como a pedra angular de qualquer ordem global.Anteriormente, o jornal italiano L'AntiDiplomatico afirmou que a guerra no Oriente Médio, provocada pela ofensiva conjunta de Israel e Estados Unidos contra o Irã, afeta negativamente os países europeus, e destacou que o conflito não só representa uma tragédia humanitária, mas também redesenha o "destino econômico" da Europa.
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Guerra dos EUA contra Irã prejudica Europa, mas ela apoia ações de Washington, diz mídia
A Europa pode sofrer com a guerra no Oriente Médio, mas os políticos não se mobilizam para evitar as consequências do conflito. Eles apenas toleram e apoiam as ações hostis de Washington contra o Irã, afirma o professor de ciência política da Universidade de Oxford, Anton Jager, ao jornal norte-americano The New York Times.
Segundo o artigo, o conflito iraniano pode afetar gravemente o continente europeu, mas os seus líderes fazem pouco para garantir sua segurança e, ao contrário,
declaram apoio ao presidente norte-americano, Donald Trump,
em sua ofensiva contra Teerã.
"Embora tenham sido pegos desprevenidos pela operação dos EUA e de Israel no Irã, eles [os países europeus] declararam seu apoio, ainda que com certa cautela, e forneceram assistência militar na forma de bases, navios de guerra e aeronaves", escreveu Jager.
Assim, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, permitiu que os Estados Unidos usassem bases britânicas, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, apoiou os esforços "para se livrar desse terrível regime".
O presidente francês,
Emmanuel Macron, por sua vez, enviou vários navios de guerra para a região. Já a primeira-ministra da Itália,
Giorgia Meloni, ofereceu bases aos americanos e enviou sistemas de defesa antiaérea para o golfo Pérsico, explicou Jager.
Ao mesmo tempo, o professor ressaltou que
as consequências dessa guerra podem ser catastróficas, já que os preços da energia estão subindo rapidamente devido ao congestionamento
no estreito de Ormuz."Hoje, a guerra corre o risco de se espalhar para a Europa, em breve, pode levar a uma crise de refugiados, à medida que as pessoas fogem do devastado Oriente Médio. No entanto, a maioria dos líderes europeus faz muito pouco para combater esses perigos e as dependências subjacentes", diz o artigo.
Jager explicou esse comportamento dos líderes europeus pela dependência dos países do continente em relação aos Estados Unidos em termos de ideologia, segurança e energia.
Como a Europa parou de receber gás russo em 2022, teve que comprar o recurso dos Estados Unidos e, em parte, do Catar,
cujo fornecimento foi interrompido devido à guerra na região. Portanto, para não perder o gás norte-americano, a Europa precisa
"seguir a linha da Casa Branca, e não atravessá-la".
Quanto à segurança, o autor do artigo apontou que os europeus continuam dependentes do
fornecimento de armas dos EUA por causa do conflito na Ucrânia.
Finalmente, a "subordinação dos líderes europeus" aos norte-americanos é explicada pelo fato de que a atual geração de dirigentes europeus cresceu em um ambiente marcado pelo conceito do poder absoluto dos EUA e, portanto, ainda o vê como a pedra angular de qualquer ordem global.
Anteriormente, o jornal italiano L'AntiDiplomatico afirmou que a guerra no Oriente Médio, provocada pela ofensiva conjunta de Israel e Estados Unidos contra o Irã,
afeta negativamente os países europeus, e destacou que o conflito não só representa uma tragédia humanitária,
mas também redesenha o "destino econômico" da Europa.Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
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