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Diretor do Centro de Contraterrorismo dos EUA renuncia por discordar de guerra no Irã
Diretor do Centro de Contraterrorismo dos EUA renuncia por discordar de guerra no Irã
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O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos, Joe Kent, anunciou nesta terça-feira (17) sua renúncia ao cargo, afirmando que não pode... 17.03.2026, Sputnik Brasil
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Em carta endereçada ao presidente dos EUA, Donald Trump, Kent diz que tomou a decisão de sair após muita reflexão.Segundo Kent, autoridades norte‑americanas foram influenciadas por uma operação de desinformação cujo propósito era levar os EUA a um conflito com o Irã.O ex-diretor ainda apelou por uma revisão profunda das políticas nacionais e por decisões corajosas, afirmando que, do contrário, o país corre o risco de entrar em declínio e desordem. O órgão faz parte do departamento de Inteligência Nacional do país, chefiado por Tulsi Gabbard. 'Muito fraco'Após a renúncia de Kent, Donald Trump disse a repórteres que foi uma "coisa boa", pois o ex-funcionário era "muito fraco em segurança".Kent foi escolhido por Trump para ocupar o cargo em fevereiro de 2025. Na data, o presidente afirmou que a escolha seria certa porque a mulher de Kent foi morta "na luta contra o Estado Islâmico" (Daesh, organização terrorista proibida na Rússia e em vários países).
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Diretor do Centro de Contraterrorismo dos EUA renuncia por discordar de guerra no Irã
15:16 17.03.2026 (atualizado: 21:54 17.03.2026) O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos, Joe Kent, anunciou nesta terça-feira (17) sua renúncia ao cargo, afirmando que não pode apoiar a guerra em andamento no Irã.
Em carta endereçada ao presidente dos EUA, Donald Trump, Kent diz que tomou a decisão de sair após muita reflexão.
"Após uma longa reflexão, decidi renunciar ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo a partir de hoje. Não posso, em consciência, apoiar a guerra em andamento no Irã", declarou Joe Kent.
Segundo Kent, autoridades norte‑americanas foram influenciadas por uma
operação de desinformação cujo propósito era levar os EUA a um
conflito com o Irã.
"Até junho de 2025, o senhor compreendia que as guerras no Oriente Médio eram uma armadilha que custou à América as preciosas vidas de nossos compatriotas e drenou a riqueza e a prosperidade de nossa nação. Em sua primeira administração, o senhor entendeu melhor do que qualquer presidente moderno como aplicar o poder militar de forma decisiva sem nos arrastar para guerras intermináveis".
O ex-diretor ainda apelou por uma
revisão profunda das políticas nacionais e por decisões corajosas, afirmando que, do contrário, o país
corre o risco de entrar em declínio e desordem. O órgão faz parte do departamento de Inteligência Nacional do país, chefiado por Tulsi Gabbard.
Após a renúncia de Kent, Donald Trump disse a repórteres que foi uma "coisa boa", pois o ex-funcionário era "muito fraco em segurança".
"É bom que ele esteja fora, porque ele disse que o Irã não era uma ameaça".
Kent foi escolhido por Trump para ocupar o cargo em fevereiro de 2025. Na data, o presidente afirmou que a escolha seria certa porque a mulher de Kent foi morta
"na luta contra o Estado Islâmico" (Daesh, organização terrorista proibida na Rússia e em vários países).
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