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Brasil terá força-tarefa contra crimes no setor de combustíveis, diz ministro
Brasil terá força-tarefa contra crimes no setor de combustíveis, diz ministro
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O governo federal lançou uma operação integrada para combater irregularidades no varejo de combustíveis, agravadas pelo cenário geopolítico internacional. 18.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-18T20:28-0300
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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, atribuiu a instabilidade nos preços a conflitos em curso no Oriente Médio. "Uma guerra que os brasileiros não têm culpa, mas que leva o Brasil a uma instabilidade no abastecimento e nos preços no setor energético, tão fundamental ao desenvolvimento nacional."O ministro disse que o governo já adotou medidas práticas, como a isenção de impostos federais sobre combustíveis e a ativação de mecanismos de compensação para absorver reajustes da Petrobras. Agora, a prioridade é o combate ao que chamou de "crime contra a economia popular" no setor.A força-tarefa reúne a Polícia Federal (PF), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em articulação com os Procons estaduais. "Não teremos um segundo sequer de trégua àqueles que quiserem cometer crimes contra o povo brasileiro, contra a economia popular, contra preços irreais."O ministro participou do anúncio antes de retornar a Brasília, para integrar uma sala permanente de crise criada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para monitorar a segurança energética e os preços dos combustíveis no país.Segurança energéticaSilveira também afirmou nesta quarta-feira (18), após leilão na Câmara de Comércio de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo (SP), que as vendas garantem segurança energética para a próxima década.Silveira explicou que o modelo adotado evita contratações emergenciais de alto custo, como as ocorridas durante a crise hídrica de 2021. Segundo ele, o novo parque termelétrico terá valor fixo determinado em leilão público, com variação apenas no custo do combustível.O ministro também sinalizou uma inflexão histórica na matriz energética brasileira. "Eu sou daqueles que, confiante na transição energética que o Brasil lidera no mundo, compreendo que esse talvez seja o último leilão de térmicas de energias não renováveis", disse, ressaltando que o país já conta com 90% de energia limpa e renovável em sua matriz.O leilão contempla a prorrogação de usinas existentes para 2026, 2027 e 2028, além da contratação de novas termelétricas para o período de 2028 a 2031.
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Brasil terá força-tarefa contra crimes no setor de combustíveis, diz ministro
20:28 18.03.2026 (atualizado: 21:33 18.03.2026) O governo federal lançou uma operação integrada para combater irregularidades no varejo de combustíveis, agravadas pelo cenário geopolítico internacional.
O ministro de Minas e Energia,
Alexandre Silveira, atribuiu a instabilidade nos preços a
conflitos em curso no Oriente Médio. "Uma guerra que os brasileiros não têm culpa, mas que leva o Brasil a uma instabilidade no abastecimento e nos preços no setor energético, tão fundamental ao desenvolvimento nacional."
O ministro disse que o governo já adotou medidas práticas, como a isenção de impostos federais sobre combustíveis e a
ativação de mecanismos de compensação para absorver reajustes da Petrobras. Agora, a prioridade é o combate ao que chamou de
"crime contra a economia popular" no setor.
A força-tarefa reúne a Polícia Federal (PF), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em articulação com os Procons estaduais. "Não teremos um segundo sequer de trégua àqueles que quiserem
cometer crimes contra o povo brasileiro, contra a economia popular, contra preços irreais."
O ministro participou do anúncio antes de retornar a Brasília, para integrar uma sala permanente de crise criada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para monitorar a segurança energética e os preços dos combustíveis no país.
Silveira também afirmou nesta quarta-feira (18), após leilão na Câmara de Comércio de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo (SP), que as vendas garantem segurança energética para a próxima década.
"Com absoluta convicção, posso afirmar que isso nos dará segurança energética pra próxima década."
Silveira explicou que o modelo adotado evita contratações emergenciais de alto custo, como as ocorridas durante a crise hídrica de 2021. Segundo ele, o novo parque termelétrico terá valor fixo determinado em leilão público, com variação apenas no custo do combustível.
O ministro também sinalizou uma inflexão histórica na matriz energética brasileira. "Eu sou daqueles que, confiante na transição energética que o Brasil lidera no mundo, compreendo que esse talvez seja o último leilão de térmicas de energias não renováveis", disse, ressaltando que o país já conta com 90% de energia limpa e renovável em sua matriz.
O leilão contempla a prorrogação de usinas existentes para 2026, 2027 e 2028, além da contratação de novas termelétricas para o período de 2028 a 2031.
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