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Revista americana expõe o principal erro de Trump na guerra contra o Irã
Revista americana expõe o principal erro de Trump na guerra contra o Irã
Sputnik Brasil
O presidente dos EUA, Donald Trump, esqueceu de formar uma coalizão de aliados antes de atacar o Irã e agora precisa fazer isso às pressas, aponta a revista... 21.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-21T12:04-0300
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"Trump quer criar uma coalizão internacional para proteger o estreito de Ormuz. Era algo em que ele deveria ter pensado antes, antes de atacar o Irã. [...] O pedido da Casa Branca pela participação dos aliados não é apenas uma tentativa de dar legitimidade política à operação, mas também uma necessidade operacional. [...] É evidente que os estrategistas americanos ignoraram as principais lições sobre a formação de coalizões", aponta o artigo.Segundo o autor do artigo, por causa da situação do estreito de Ormuz, os americanos chegaram a ser forçados a recorrer aos seus rivais: os chineses.Tensões no Oriente MédioTrump pediu a China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países que enviassem navios de guerra ao estreito de Ormuz para garantir a segurança da navegação no local.As tensões no Oriente Médio aumentaram em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel iniciaram ataques coordenados contra o Irã, em meio a negociações indiretas entre Washington e Teerã sobre o alcance do programa nuclear iraniano.O conflito armado em curso interrompeu a navegação no estreito de Ormuz, uma passagem marítima vital para o comércio global de recursos energéticos. A instabilidade na região já alterou as rotas petrolíferas de muitos países e empresas.
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Revista americana expõe o principal erro de Trump na guerra contra o Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, esqueceu de formar uma coalizão de aliados antes de atacar o Irã e agora precisa fazer isso às pressas, aponta a revista The National Interest (TNI).
"Trump quer criar uma coalizão internacional para
proteger o estreito de Ormuz. Era algo em que ele deveria ter pensado antes, antes de atacar o Irã. [...] O pedido da Casa Branca pela participação dos aliados não é apenas uma tentativa de dar legitimidade política à operação, mas também uma necessidade operacional. [...]
É evidente que os estrategistas americanos ignoraram as principais lições sobre a formação de coalizões",
aponta o artigo.
Segundo o autor do artigo, por causa da situação do estreito de Ormuz, os americanos chegaram a ser forçados a recorrer aos seus rivais: os chineses.
"Washington está decepcionado com a falta de apoio total e chegou a pedir ajuda à China, o que mina a retórica dos EUA sobre o combate à influência chinesa na região. [...] Hoje, a administração Trump corre o risco de enfraquecer a influência do país ao recorrer retroativamente à China e a outros para que se juntem à coalizão. Dar à China um assento à mesa de negociações [...] prejudica os interesses americanos", enfatiza o texto.
Trump pediu a China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países que enviassem navios de guerra ao estreito de Ormuz para garantir a segurança da navegação no local.
As tensões no Oriente Médio aumentaram em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel iniciaram ataques coordenados contra o Irã, em meio a
negociações indiretas entre Washington e Teerã sobre o alcance do programa nuclear iraniano.
O Irã está respondendo à ofensiva com ataques retaliatórios contra Israel e bases militares de Washington localizadas em vários países da região.
O conflito armado em curso interrompeu a navegação no estreito de Ormuz, uma passagem marítima vital para o comércio global de
recursos energéticos. A instabilidade na região já alterou as rotas petrolíferas de muitos países e empresas.
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