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EUA esgotam reservas de mísseis Tomahawk durante operação contra Irã, afirma mídia
EUA esgotam reservas de mísseis Tomahawk durante operação contra Irã, afirma mídia
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A Marinha dos Estados Unidos esgotou uma parte significativa das reservas dos mísseis guiados Tomahawk durante as hostilidades contra o Irã e não pode... 23.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-23T11:56-0300
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Segundo a publicação, a escassez de mísseis Tomahawk que resultou da extensa campanha militar contra Teerã causa preocupações no Pentágono porque cria uma enorme vulnerabilidade das Forças Armadas norte-americanas não só no Oriente Médio, mas também na região da Ásia-Pacífico.De acordo com a opinião dos autores do artigo, a China pode aproveitar a situação e aumentar sua retórica em relação à ilha de Taiwan.Embora as autoridades oficiais em Washington não revelem a quantidade dos mísseis Tomahawk usados contra alvos no Irã, segundo diferentes avaliações, esse número pode ser cerca de 300 ou 400 unidades.A campanha militar no Oriente Médio esgotou as capacidades norte-americanas de ataque de precisão a uma taxa que pareceria quase impensável apenas alguns anos atrás, observam os autores do texto.Além disso, foi destacado que os militares chineses monitoram cada voo e cada sinal de lançamento e, em geral, estão bem cientes de quanto a operação contra o Irã, batizada de Fúria Épica, afetou o arsenal de armas de ataque de precisão dos EUA.Segundo a publicação, a escassez de mísseis Tomahawk também é exacerbada pelo fato de que os submarinos da classe Ohio, que lançam esses mísseis na região do golfo Pérsico, precisam reabastecer a munição.Para isso, os submarinos precisam sair da zona de combate e chegar à base de reabastecimento de munições mais próxima, o que, por sua vez, leva de várias semanas a vários meses.Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã. O Irã está retaliando o território israelense, bem como as instalações militares dos EUA no Oriente Médio.Ao mesmo tempo, o transporte marítimo através do estreito de Ormuz, uma importante rota de abastecimento de petróleo e gás natural liquefeito dos países do golfo Pérsico, de fato, parou. Como resultado, os preços dos combustíveis estão subindo na maioria dos países do mundo.
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EUA esgotam reservas de mísseis Tomahawk durante operação contra Irã, afirma mídia
A Marinha dos Estados Unidos esgotou uma parte significativa das reservas dos mísseis guiados Tomahawk durante as hostilidades contra o Irã e não pode reabastecê-las em breve, o que aumenta preocupações no Pentágono, afirma a revista 19FortyFive.
Segundo a publicação, a escassez de mísseis Tomahawk que resultou da extensa campanha militar contra Teerã
causa preocupações no Pentágono porque cria uma enorme vulnerabilidade das Forças Armadas norte-americanas não só no Oriente Médio, mas também na região da Ásia-Pacífico.
De acordo com a opinião dos autores do artigo,
a China pode aproveitar a situação e aumentar sua retórica
em relação à ilha de Taiwan.
"Esse esgotamento dos estoques provavelmente está causando sérios transtornos nos planos do Pentágono de travar uma guerra na região do Indo-Pacífico. A Marinha do Exército Popular de Libertação da China está monitorando o desenvolvimento da crise com estoques em tempo real", lê-se no texto.
Embora as autoridades oficiais em Washington não revelem a quantidade dos mísseis Tomahawk usados contra alvos no Irã, segundo diferentes avaliações, esse número pode ser cerca de 300 ou 400 unidades.
A campanha militar no Oriente Médio esgotou as capacidades norte-americanas de ataque de precisão a uma taxa
que pareceria quase impensável apenas alguns anos atrás, observam os autores do texto.
Além disso, foi destacado que os militares chineses monitoram cada voo e cada sinal de lançamento e, em geral, estão bem cientes de quanto a operação contra o Irã, batizada de Fúria Épica, afetou o arsenal de armas de ataque de precisão dos EUA.
Segundo a publicação, a escassez de mísseis Tomahawk também é exacerbada pelo fato de que
os submarinos da classe Ohio, que lançam esses mísseis na região do golfo Pérsico, precisam reabastecer a munição.
Para isso, os submarinos precisam sair da zona de combate e chegar à base de reabastecimento de munições mais próxima, o que, por sua vez, leva de várias semanas a vários meses.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã. O Irã está retaliando o território israelense, bem como as instalações militares dos EUA no Oriente Médio.
Ao mesmo tempo, o transporte marítimo através do estreito de Ormuz,
uma importante rota de abastecimento de petróleo e gás natural liquefeito dos países do golfo Pérsico,
de fato, parou. Como resultado,
os preços dos combustíveis estão subindo na maioria dos países do mundo.
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