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Frente taxa de 10% dos EUA, Brasil amplia novas parcerias internacionais, diz secretária do MDIC
Frente taxa de 10% dos EUA, Brasil amplia novas parcerias internacionais, diz secretária do MDIC
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O país, em conjunto com o Mercosul, explora acordos com os Emirados Árabes e a Índia. 24.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-24T17:50-0300
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A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, explicou o patamar atual das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, atualmente em 10%. "A instabilidade da política comercial americana é considerável, de maneira que ficamos sempre em dúvida sobre qual o status no momento em questão. Hoje, as exportações brasileiras estão taxadas em basicamente 10% para o ingresso no mercado americano, salvo os produtos que estão sujeitos à Seção 232, a seção de segurança nacional dos Estados Unidos, e aí temos alíquotas mais altas, como, por exemplo para o setor siderúrgico", disse Prazeres à Sputnik Brasil, antes do painel do evento Preços Predatórios, promovido pelo Instituto Esfera, na Casa Parlamento, em Brasília (DF). Segundo a secretária, o cenário atual representa melhoria em relação ao ano passado, quando as tarifas chegaram ao nível de 40% sobre produtos brasileiros. Prazeres ressaltou ainda a importância de preservar o canal de negociação bilateral. Para ela, é fundamental "manter o diálogo e o engajamento" com os Estados Unidos, uma vez que "a situação é muito fluida".Nesse contexto, a secretária afirmou que o governo federal também trabalha, em conjunto com o Mercosul, na abertura de novas frentes comerciais, após a promulgação do acordo entre o bloco sul-americano e a União Europeia.
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Frente taxa de 10% dos EUA, Brasil amplia novas parcerias internacionais, diz secretária do MDIC
17:50 24.03.2026 (atualizado: 19:22 24.03.2026) Especiais
O país, em conjunto com o Mercosul, explora acordos com os Emirados Árabes e a Índia.
A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, explicou o patamar atual das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos
sobre produtos brasileiros, atualmente em 10%. "A instabilidade da política comercial americana é considerável, de maneira que ficamos sempre em dúvida sobre qual o status no momento em questão. Hoje, as exportações brasileiras estão
taxadas em basicamente 10% para o ingresso no mercado americano, salvo os produtos que estão sujeitos à Seção 232, a seção de segurança nacional dos Estados Unidos, e aí temos alíquotas mais altas, como, por exemplo para o setor siderúrgico", disse Prazeres à
Sputnik Brasil, antes do painel do evento Preços Predatórios, promovido pelo Instituto Esfera, na Casa Parlamento, em Brasília (DF).
Segundo a secretária, o cenário atual representa melhoria em relação ao ano passado, quando as tarifas chegaram ao nível de 40% sobre produtos brasileiros. Prazeres ressaltou ainda a importância de preservar o canal de negociação bilateral. Para ela, é fundamental "manter o diálogo e o engajamento" com os Estados Unidos, uma vez que "a situação é muito fluida".
Nesse contexto, a secretária afirmou que o governo federal também trabalha, em conjunto com o Mercosul, na abertura de
novas frentes comerciais, após a promulgação do acordo entre o bloco sul-americano e a União Europeia.
"Estamos trabalhando em outras frentes negociadoras, com os Emirados Árabes Unidos, a expansão do acordo Mercosul-Índia", disse. O debate abordou temas como protecionismo econômico, abertura comercial, dinâmicas concorrenciais e os impactos de estratégias de preços consideradas predatórias, especialmente no setor digital.
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