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Nos EUA, Flávio compara pai a Trump, cita Lula e pede para americanos 'observarem' eleições no Brasil
Nos EUA, Flávio compara pai a Trump, cita Lula e pede para americanos 'observarem' eleições no Brasil
Sputnik Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou neste sábado (28) da CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), uma das maiores conferências conservadoras... 28.03.2026, Sputnik Brasil
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Em Dallas, no Texas, Flávio subiu ao palco após ser introduzido pelo irmão Eduardo, apresentado como "ex-deputado federal em exílio". O senador começou o discurso comparando Trump com Jair, apresentando foto dos líderes conservadores juntos.Em seguida, Flávio passou a discursar sobre Lula e a eleição presidencial de outubro. Assim como com o pai e Trump, o senador mostrou uma foto do petista com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sequestrado por Washington no início de janeiro.O senador chamou Lula de "socialista condenado por corrupção" e disse que os conservadores norte-americanos devem se preocupar com o Brasil, entre outros motivos, pela presença de minerais críticos no país.Flávio também citou um suposto lobby de Lula para que Washington não classificasse o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações narcoterroristas. Na visão do pré-candidato à Presidência, esta suposta interferência do petista tem impacto direto para os Estados Unidos.Durante o discurso, o parlamentar também disse não defender interferência externa, mas, sim, um acompanhamento internacional para garantir, segundo ele, a preservação da vontade popular. Ele também associou a legitimidade do resultado eleitoral à liberdade nas redes sociais e à apuração dos votos.
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Nos EUA, Flávio compara pai a Trump, cita Lula e pede para americanos 'observarem' eleições no Brasil
20:39 28.03.2026 (atualizado: 21:59 28.03.2026) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou neste sábado (28) da CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), uma das maiores conferências conservadoras do mundo. O pré-candidato à Presidência do Brasil comparou o pai, Jair Bolsonaro, a Donald Trump, atacou Luiz Inácio Lula da Silva e pediu para os EUA "observarem" as eleições no Brasil.
Em Dallas, no Texas, Flávio subiu ao palco após ser introduzido pelo irmão Eduardo, apresentado como
"ex-deputado federal em exílio". O
senador começou o discurso comparando Trump com Jair, apresentando foto dos líderes conservadores juntos.
"Tentaram assassiná-lo, assim como tentaram fazer com Donald Trump. Não conseguiram. E agora ele está na prisão, assim como Donald Trump estaria se vocês não tivessem lutado com sucesso para salvá-lo. Nós brasileiros ainda estamos lutando."
Em seguida, Flávio passou a discursar
sobre Lula e a eleição presidencial de outubro. Assim como com o pai e Trump, o senador mostrou uma foto do petista com o presidente da Venezuela,
Nicolás Maduro, sequestrado por Washington no início de janeiro.
O senador chamou Lula de "socialista condenado por corrupção" e disse que os conservadores norte-americanos devem se preocupar com o Brasil, entre outros motivos, pela presença de minerais críticos no país.
"O Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução dos EUA para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras."
Flávio também citou um
suposto lobby de Lula para que Washington não classificasse o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações narcoterroristas. Na visão do pré-candidato à Presidência, esta suposta interferência do petista tem
impacto direto para os Estados Unidos.
"Ele [Lula] usou lobby pesado com certos conselheiros americanos para evitar que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas. Sim, o presidente do meu país faz lobby nos EUA para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo."
Durante o discurso, o parlamentar também disse não defender interferência externa, mas, sim, um acompanhamento internacional para garantir, segundo ele, a preservação da vontade popular. Ele também associou a legitimidade do resultado eleitoral à liberdade nas redes sociais e à apuração dos votos.
"Meu apelo aqui, não apenas aos Estados Unidos mas ao mundo livre inteiro, é este: observem a eleição do Brasil com enorme atenção. Aprendam e entendam nosso processo. Monitorem a liberdade de expressão do nosso povo. E apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente."
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