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Marcha contra Trump ocorre em Washington e milhares de cidades dos EUA
Marcha contra Trump ocorre em Washington e milhares de cidades dos EUA
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Protesto ocorre em um momento que a taxa de aprovação do presidente norte-americano caiu para 36%, o menor percentual desde que retornou à Casa Branca. 28.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-28T17:39-0300
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Uma marcha contra o governo do presidente estadunidense, Donald Trump, ocorreu neste sábado (28) em milhares de cidades dos EUA, com 3.200 atos planejados em todos os 50 estados do país.A marcha é a terceira do protesto intitulado No Kings (Sem Reis, em tradução livre). Os organizadores esperam que o ato deste sábado seja o maior protesto de um único dia na história dos EUA. As duas edições anteriores atraíram milhões de pessoas.Em Minnesota, estima-se a adesão de 100 mil pessoas ao ato. O estado se tornou ponto crítico de oposição ao governo Trump devido à repressão a imigrantes e à incursão de agentes federais de imigração (ICE, na sigla em Inglês) em centros urbanos governados por democratas.Outras grandes manifestações ocorreram em Nova York, Los Angeles e Washington, mas dois terços dos eventos aconteceram fora dos grandes centros urbanos, um aumento de quase 40% em comunidades menores em relação à primeira mobilização do movimento, realizada em junho do ano passado, segundo os organizadores.Em Washington, uma multidão entoava slogans pró-democracia e exibia cartazes anti-Trump. Na cidade de Chevy Chase, no estado de Maryland, um grupo de idosos protestou do lado de fora de um centro de assistência para idosos, alguns em cadeiras de rodas, segurando cartazes e incentivando os motoristas que passavam a "Resistir à tirania", "Buzine se você quer democracia" e "Fora Trump".Em Austin, Texas, manifestantes se reuniram em frente à prefeitura antes de marchar até o centro da cidade. Em Nova York, milhares se reuniram no centro de Manhattan, onde o ator Robert De Niro, um dos organizadores, disse que "houve outros presidentes que testaram os limites constitucionais de seu poder", mas que nenhum deles "representou uma ameaça existencial tão grande às liberdades e segurança" dos norte-americanos.Os protestos acontecem em um momento em que a taxa de aprovação de Trump caiu para 36%, seu ponto mais baixo desde seu retorno à Casa Branca, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos.O movimento No Kings, lançado no aniversário de Trump, em 14 de junho do ano passado, atraiu entre 4 e 6 milhões de pessoas em aproximadamente 2.100 locais em todo o país. A segunda mobilização, em outubro, envolveu cerca de 7 milhões de participantes em mais de 2.700 cidades.O ato de outubro foi amplamente motivado por uma reação negativa à paralisação do governo, à repressão agressiva por parte das autoridades federais de imigração e ao envio de tropas da Guarda Nacional para as principais cidades.O ato deste sábado ocorreu em meio ao que os organizadores descreveram como um apelo contra o bombardeio ao Irã lançado por EUA e Israel, um conflito que já dura quatro semanas.
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Marcha contra Trump ocorre em Washington e milhares de cidades dos EUA
17:39 28.03.2026 (atualizado: 17:50 28.03.2026) Protesto ocorre em um momento que a taxa de aprovação do presidente norte-americano caiu para 36%, o menor percentual desde que retornou à Casa Branca.
Uma marcha contra o governo do presidente estadunidense,
Donald Trump, ocorreu neste sábado (28) em milhares de cidades dos EUA,
com 3.200 atos planejados em todos os 50 estados do país.
A marcha é a terceira do protesto intitulado No Kings (Sem Reis, em tradução livre). Os organizadores esperam que o ato deste sábado seja o maior protesto de um único dia na história dos EUA. As duas edições anteriores atraíram milhões de pessoas.
Em Minnesota, estima-se a adesão de 100 mil pessoas ao ato. O estado se tornou ponto crítico de oposição ao governo Trump devido à repressão a imigrantes e à incursão de agentes federais de imigração (ICE, na sigla em Inglês) em centros urbanos governados por democratas.
Outras grandes manifestações ocorreram em Nova York, Los Angeles e Washington, mas dois terços dos eventos aconteceram fora dos grandes centros urbanos, um aumento de quase 40% em comunidades menores em relação à primeira mobilização do movimento, realizada em junho do ano passado, segundo os organizadores.
Em Washington, uma multidão entoava slogans pró-democracia e exibia cartazes anti-Trump. Na cidade de Chevy Chase, no estado de Maryland, um grupo de idosos protestou do lado de fora de um centro de assistência para idosos, alguns em cadeiras de rodas, segurando cartazes e incentivando os motoristas que passavam a "Resistir à tirania", "Buzine se você quer democracia" e "Fora Trump".
Em Austin, Texas, manifestantes se reuniram em frente à prefeitura antes de marchar até o centro da cidade. Em Nova York, milhares se reuniram no centro de Manhattan, onde o ator Robert De Niro, um dos organizadores, disse que "houve outros presidentes que testaram os limites constitucionais de seu poder", mas que nenhum deles "representou uma ameaça existencial tão grande às liberdades e segurança" dos norte-americanos.
Os protestos acontecem em um momento em que a taxa de
aprovação de Trump caiu para 36%, seu ponto mais baixo desde seu retorno à Casa Branca, de acordo com uma
pesquisa Reuters/Ipsos.
O movimento No Kings, lançado no aniversário de Trump, em 14 de junho do ano passado, atraiu entre 4 e 6 milhões de pessoas em aproximadamente 2.100 locais em todo o país. A segunda mobilização, em outubro, envolveu cerca de 7 milhões de participantes em mais de 2.700 cidades.
O ato de outubro foi amplamente motivado por uma reação negativa à paralisação do governo, à repressão agressiva por parte das autoridades federais de imigração e ao envio de tropas da Guarda Nacional para as principais cidades.
O ato deste sábado ocorreu em meio ao que os organizadores descreveram como um apelo
contra o bombardeio ao Irã lançado por EUA e Israel,
um conflito que já dura quatro semanas.
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