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Crise no Oriente Médio aumentou custos da importação de combustível da UE em 13 bilhões de euros
Crise no Oriente Médio aumentou custos da importação de combustível da UE em 13 bilhões de euros
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Após completar um mês de embates, o conflito no Oriente Médio já custou à União Europeia (UE) bilhões de euros em gastos adicionais com importação de energia... 30.03.2026, Sputnik Brasil
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Os ataques dos Estados Unidos contra o Irã levaram ao fechamento do estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais para o transporte de petróleo gás natural liquefeito (GNL) produzido na região do golfo Pérsico. Em retaliação, Teerã também passou a atingir países estratégicos no setor que abrigam bases militares norte-americanas, como a Arábia Saudita e o Catar.Na última semana, a agência de notícias Bloomberg publicou que a crise energética causada pela guerra já havia começado a afetar os setores da economia europeia voltados para o uso intensivo de energia.Segundo a publicação, as consequências da guerra no Oriente Médio já exercem pressão sobre indústrias europeias que consomem muitos recursos energéticos, incluindo a indústria química alemã. Além disso, há risco crescente de que o impacto se espalhe para uma gama mais ampla de consumidores à medida que a renda da população diminui."Os efeitos econômicos da guerra com o Irã são sentidos na Europa, onde a desaceleração do crescimento econômico e a aceleração da inflação correm o risco de exacerbar as pressões industriais, orçamentárias e políticas em toda a região", informou o texto na ocasião.Em particular, destaca-se que a indústria química alemã, que já sofreu com o aumento dos preços em 2022, alertou para a redução dos volumes de produção por causa da falta de energia, cuja ausência, por sua vez, é explicada pelo fechamento do estreito de Ormuz."A produção na maior fábrica de amônia do país, a SKW Stickstoffwerke Piesteritz GmbH, foi reduzida ao mínimo técnico de 85%, enquanto a Evonik Industries, fabricante de especialidades químicas, ainda está analisando os danos que pode enfrentar", lê-se no artigo.Ao mesmo tempo, outras empresas europeias também advertem sobre as consequências econômicas do conflito. Assim, a empresa de transporte de contêineres Hapag-Lloyd AG enfrenta custos semanais adicionais de US$ 40 milhões a US$ 50 milhões (R$ 209 milhões a R$ 262 milhões) relacionados a combustíveis, seguros e armazenamento.
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Crise no Oriente Médio aumentou custos da importação de combustível da UE em 13 bilhões de euros
Após completar um mês de embates, o conflito no Oriente Médio já custou à União Europeia (UE) bilhões de euros em gastos adicionais com importação de energia, informou o Euractiv nesta segunda-feira (30), com base em um documento diplomático confidencial.
Os ataques dos Estados Unidos contra o Irã levaram ao
fechamento do estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais para o transporte de petróleo gás natural liquefeito (GNL) produzido na região do golfo Pérsico. Em retaliação, Teerã também passou a atingir países estratégicos no setor que
abrigam bases militares norte-americanas, como a Arábia Saudita e o Catar.
"No total, apenas 28 dias de confronto já aumentaram os gastos da UE com importação de combustíveis fósseis em 13 bilhões de euros [R$ 78,3 bilhões]", diz o comunicado enviado por Bruxelas aos países do bloco antes de uma reunião on-line de ministros da Energia, prevista para a próxima terça-feira (31).
Na última semana, a agência de notícias Bloomberg publicou que a crise energética causada pela guerra já havia começado a afetar os setores da economia europeia voltados para o
uso intensivo de energia.
Segundo a publicação, as consequências da guerra no Oriente Médio já exercem pressão sobre indústrias europeias que consomem muitos recursos energéticos, incluindo a indústria química alemã. Além disso, há risco crescente de que o impacto se espalhe para uma gama mais ampla de consumidores à medida que a renda da população diminui.
"Os efeitos econômicos da guerra com o Irã
são sentidos na Europa, onde a desaceleração do crescimento econômico e a aceleração da inflação correm o risco de exacerbar as
pressões industriais, orçamentárias e políticas em toda a região",
informou o texto na ocasião.
Em particular, destaca-se que a indústria química alemã, que já sofreu com o aumento dos preços em 2022,
alertou para a redução dos volumes de produção por causa da falta de energia, cuja ausência, por sua vez, é explicada pelo
fechamento do estreito de Ormuz.
"A produção na maior fábrica de amônia do país, a SKW Stickstoffwerke Piesteritz GmbH, foi reduzida ao mínimo técnico de 85%, enquanto a Evonik Industries, fabricante de especialidades químicas, ainda está analisando os danos que pode enfrentar", lê-se no artigo.
Ao mesmo tempo, outras empresas europeias também advertem sobre as
consequências econômicas do conflito. Assim, a empresa de transporte de contêineres Hapag-Lloyd AG
enfrenta custos semanais adicionais de US$ 40 milhões a US$ 50 milhões (R$ 209 milhões a R$ 262 milhões) relacionados a combustíveis, seguros e armazenamento.
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