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Mídia: Israel promete 'destruir vilarejos no sul do Líbano' e manter zona tampão sob controle

© AP Photo / Leo CorreaFumaça sobe após bombardeio israelense no sul do Líbano visto do norte de Israel, em 5 de outubro de 2024
Fumaça sobe após bombardeio israelense no sul do Líbano visto do norte de Israel, em 5 de outubro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 31.03.2026
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Israel anunciou que destruirá todas as casas em vilarejos libaneses próximos à fronteira e impedirá o retorno das 600 mil pessoas deslocadas até que considere o norte de seu território seguro.
De acordo com a Reuters, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que a operação no sul do Líbano seguirá o "modelo Gaza", prometendo devastação semelhante à vista em Rafah e Beit Hanoun.
Segundo a apuração, Katz reiterou que Israel pretende estabelecer uma zona tampão na região após a guerra contra o Hezbollah, mantendo controle militar sobre toda a faixa até o rio Litani. A medida consolidaria uma presença israelense em quase um décimo do território libanês, em uma área estratégica que separa o Hezbollah da fronteira israelense.

Desde o início da ofensiva israelense, em 2 de março, mais de 1,2 milhão de libaneses foram deslocados e cerca de 1.200 morreram, segundo autoridades locais.

A operação foi desencadeada após o Hezbollah abrir fogo em apoio ao Irã no contexto da guerra regional perpetrada por EUA e Israel, ampliando o conflito para o território libanês.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) já haviam ordenado a evacuação de amplas áreas do sul do Líbano, dos subúrbios de Beirute controlados pelo Hezbollah e de redutos do grupo no leste do país. Katz afirmou que Israel destruirá armas, infraestrutura e combatentes de elite do Hezbollah, impedindo o retorno de civis ao sul do Litani até que a segurança israelense seja garantida.
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Este é o segundo grande confronto entre Israel e Hezbollah desde 2024. Na guerra anterior, Israel matou o líder do grupo, Hassan Nasrallah, e milhares de combatentes, enfraquecendo temporariamente sua capacidade militar.

O Ministério da Saúde libanês afirma que 1.247 pessoas já morreram com os ataques israelenses, incluindo 124 crianças e 52 profissionais de saúde.
Fontes citadas pela Reuters estimam mais de 400 combatentes do Hezbollah mortos. Do lado israelense, as Forças Armadas relatam a morte de dez soldados em confrontos com o grupo.
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