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Mídia: Israel promete 'destruir vilarejos no sul do Líbano' e manter zona tampão sob controle
Mídia: Israel promete 'destruir vilarejos no sul do Líbano' e manter zona tampão sob controle
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Israel anunciou que destruirá todas as casas em vilarejos libaneses próximos à fronteira e impedirá o retorno das 600 mil pessoas deslocadas até que considere... 31.03.2026, Sputnik Brasil
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De acordo com a Reuters, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que a operação no sul do Líbano seguirá o "modelo Gaza", prometendo devastação semelhante à vista em Rafah e Beit Hanoun.Segundo a apuração, Katz reiterou que Israel pretende estabelecer uma zona tampão na região após a guerra contra o Hezbollah, mantendo controle militar sobre toda a faixa até o rio Litani. A medida consolidaria uma presença israelense em quase um décimo do território libanês, em uma área estratégica que separa o Hezbollah da fronteira israelense.A operação foi desencadeada após o Hezbollah abrir fogo em apoio ao Irã no contexto da guerra regional perpetrada por EUA e Israel, ampliando o conflito para o território libanês.As Forças de Defesa de Israel (FDI) já haviam ordenado a evacuação de amplas áreas do sul do Líbano, dos subúrbios de Beirute controlados pelo Hezbollah e de redutos do grupo no leste do país. Katz afirmou que Israel destruirá armas, infraestrutura e combatentes de elite do Hezbollah, impedindo o retorno de civis ao sul do Litani até que a segurança israelense seja garantida.O porta‑voz militar israelense informou que o Hezbollah lançou quase 5.000 drones, foguetes e mísseis contra Israel desde o início do conflito. Em resposta, Israel intensificou ataques a alvos do grupo nos subúrbios do sul de Beirute, alegando atingir infraestrutura militar.O Ministério da Saúde libanês afirma que 1.247 pessoas já morreram com os ataques israelenses, incluindo 124 crianças e 52 profissionais de saúde.Fontes citadas pela Reuters estimam mais de 400 combatentes do Hezbollah mortos. Do lado israelense, as Forças Armadas relatam a morte de dez soldados em confrontos com o grupo.
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Mídia: Israel promete 'destruir vilarejos no sul do Líbano' e manter zona tampão sob controle
12:46 31.03.2026 (atualizado: 13:28 31.03.2026) Israel anunciou que destruirá todas as casas em vilarejos libaneses próximos à fronteira e impedirá o retorno das 600 mil pessoas deslocadas até que considere o norte de seu território seguro.
De
acordo com a Reuters, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que a
operação no sul do Líbano seguirá o "modelo Gaza", prometendo
devastação semelhante à vista em Rafah e Beit Hanoun.
Segundo a apuração, Katz reiterou que Israel pretende estabelecer uma
zona tampão na região após a guerra contra o Hezbollah,
mantendo controle militar sobre toda a faixa até o rio Litani. A medida consolidaria uma presença israelense em quase um décimo do território libanês, em uma área estratégica que separa o Hezbollah da fronteira israelense.
Desde o início da ofensiva israelense, em 2 de março, mais de 1,2 milhão de libaneses foram deslocados e cerca de 1.200 morreram, segundo autoridades locais.
A
operação foi desencadeada após o Hezbollah abrir fogo em apoio ao Irã no
contexto da guerra regional perpetrada por EUA e Israel, ampliando o conflito para o território libanês.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) já
haviam ordenado a evacuação de amplas áreas do sul do Líbano, dos subúrbios de Beirute controlados pelo Hezbollah e de
redutos do grupo no leste do país. Katz afirmou que Israel destruirá armas, infraestrutura e combatentes de elite do Hezbollah, impedindo o retorno de civis ao sul do Litani até que a segurança israelense seja garantida.
O porta‑voz militar israelense informou que o
Hezbollah lançou quase 5.000 drones, foguetes e mísseis contra Israel desde o início do conflito. Em resposta, Israel intensificou ataques a alvos do grupo nos subúrbios do sul de Beirute, alegando atingir infraestrutura militar.
Este é o segundo grande confronto entre Israel e Hezbollah desde 2024. Na guerra anterior, Israel matou o líder do grupo, Hassan Nasrallah, e milhares de combatentes, enfraquecendo temporariamente sua capacidade militar.
O Ministério da Saúde libanês afirma que 1.247 pessoas já morreram com os ataques israelenses, incluindo 124 crianças e 52 profissionais de saúde.
Fontes citadas pela Reuters estimam
mais de 400 combatentes do Hezbollah mortos. Do lado israelense, as Forças Armadas relatam a morte de dez soldados em
confrontos com o grupo.
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