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Produção industrial cresce 0,9% em fevereiro em 2º aumento mensal consecutivo do setor
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A produção industrial cresceu 0,9% de janeiro para fevereiro, segundo um aumento consecutivo do setor, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal... 02.04.2026, Sputnik Brasil
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Com o resultado, a produção industrial brasileira acumula expansão de 3%. O levantamento aponta que o crescimento da produção industrial foi registrado nas quatro grandes categorias econômicas e em 16 dos 25 ramos pesquisados.Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram observadas em veículos automotores, reboques e carrocerias (6,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,5%).Ainda segundo o IBGE, outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de máquinas e equipamentos (6,8%), indústrias extrativas (1,1%), produtos alimentícios (0,8%), bebidas (3,4%), móveis (7,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,1%), produtos têxteis e manutenção (4,4%), reparação e instalação de máquinas e equipamentos (3,4%).Ao todo, nove atividades mostraram recuo na produção, com destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,5%), o que exerceu a principal influência na média da indústria e intensificou a magnitude de queda, verificada no primeiro mês do ano (-1,4%).Indústria recua 0,7% na comparação com fevereiro de 2025Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o estudo revela que o setor industrial mostrou queda de 0,7% em fevereiro de 2026, com resultados negativos em três das quatro grandes categorias econômicas, 20 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 62,1% dos 789 produtos pesquisados. O IBGE ressaltou que fevereiro de 2026 (18 dias) teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano anterior (20).Entre as atividades, as principais influências negativas no total da indústria foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,3%), produtos químicos (-6,4%) e máquinas e equipamentos (-11%).Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-15,1%), produtos de metal (-8,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-9,1%), entre outros.Ainda na comparação com fevereiro de 2025, a pesquisa indica que entre as cinco atividades que apontaram expansão na produção, indústrias extrativas (10,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4%), além de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,6%) exerceram as maiores influências na formação da média da indústria.Ainda no confronto com o mesmo mês do ano anterior, bens de capital (-13,5%) e bens de consumo duráveis (-9,3%) assinalaram, em fevereiro de 2026, os recuos mais elevados entre as grandes categorias econômicas.O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%) também apontou taxa negativa neste mês. O segmento de bens intermediários (1,1%) mostrou o único resultado positivo em fevereiro de 2026, a segunda taxa positiva consecutiva.
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Produção industrial cresce 0,9% em fevereiro em 2º aumento mensal consecutivo do setor
18:49 02.04.2026 (atualizado: 19:51 02.04.2026) A produção industrial cresceu 0,9% de janeiro para fevereiro, segundo um aumento consecutivo do setor, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (2).
Com o resultado, a produção industrial brasileira acumula expansão de 3%. O levantamento aponta que o crescimento da produção industrial foi registrado nas quatro grandes categorias econômicas e em 16 dos 25 ramos pesquisados.
Entre as atividades, as
influências positivas mais importantes foram observadas em veículos automotores, reboques e carrocerias (6,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,5%).
Ainda
segundo o IBGE, outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de
máquinas e equipamentos (6,8%), indústrias extrativas (1,1%), produtos alimentícios (0,8%), bebidas (3,4%), móveis (7,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,1%), produtos têxteis e manutenção (4,4%), reparação e instalação de máquinas e equipamentos (3,4%).
Ao todo, nove atividades mostraram recuo na produção, com destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,5%), o que exerceu a principal influência na média da indústria e intensificou a magnitude de queda, verificada no primeiro mês do ano (-1,4%).
Indústria recua 0,7% na comparação com fevereiro de 2025
Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o estudo revela que o setor industrial mostrou queda de 0,7% em fevereiro de 2026, com resultados negativos em três das quatro grandes categorias econômicas, 20 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 62,1% dos 789 produtos pesquisados. O IBGE ressaltou que fevereiro de 2026 (18 dias) teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano anterior (20).
Entre as atividades, as principais influências negativas no total da indústria foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,3%), produtos químicos (-6,4%) e máquinas e equipamentos (-11%).
Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-15,1%), produtos de metal (-8,4%),
equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-9,1%), entre outros.
Ainda na comparação com fevereiro de 2025, a pesquisa indica que entre as cinco atividades que apontaram
expansão na produção, indústrias extrativas (10,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4%), além de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,6%) exerceram as maiores influências na formação da média da indústria.
Ainda no confronto com o mesmo mês do ano anterior, bens de capital (-13,5%) e bens de consumo duráveis (-9,3%) assinalaram, em fevereiro de 2026, os recuos mais elevados entre as grandes categorias econômicas.
O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%) também apontou taxa negativa neste mês. O segmento de bens intermediários (1,1%) mostrou o único resultado positivo em fevereiro de 2026, a segunda taxa positiva consecutiva.
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