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EUA esgotam munições no Oriente Médio e se tornam fracos perante China, diz mídia

© AP Photo / Matt RourkeFuncionária de indústria metalúrgica move um projétil de artilharia M795, de 155 mm, durante o processo de produção na fábrica de munições do Exército em Scranton, Pensilvânia. EUA, 13 de abril de 2023
Funcionária de indústria metalúrgica move um projétil de artilharia M795, de 155 mm, durante o processo de produção na fábrica de munições do Exército em Scranton, Pensilvânia. EUA, 13 de abril de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 02.04.2026
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O conflito com o Irã esvaziou significativamente os arsenais de mísseis dos Estados Unidos, informa a mídia britânica. A publicação destaca que a quantidade de mísseis utilizada na operação atual é bastante assustadora.
Nesse contexto, é apontado que o esgotamento dessas armas faz com que os EUA percam influência na região da Ásia-Pacífico.

"A guerra no Oriente Médio esgotou drasticamente os estoques de alguns dos principais mísseis e sistemas de defesa antiaérea dos Estados Unidos, fabricados por duas das maiores empresas de defesa do mundo: a RTX e a Lockheed Martin", ressalta a reportagem.

Além disso, o texto salienta que o atual conflito no Oriente Médio deve injetar mais recursos no setor de defesa à medida que os EUA e seus aliados se apressam para reabastecer seus estoques de armas, que estão se esgotando.
A reportagem lembra que, nos primeiros 16 dias, os EUA e seus parceiros da coalizão utilizaram mais de 11,2 mil munições, a um custo estimado de US$ 26 bilhões (R$ 136 bilhões). Dessa forma, a publicação conclui que esses gastos dos EUA com a guerra constituem um sinal de alerta, especialmente no contexto da competição com a China.
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Anteriormente, a mídia havia observado que as munições consumidas pelos EUA durante a operação contra o Irã levarão mais de um ano para serem repostas. Além disso, a Casa Branca não tem um orçamento aprovado pelo Congresso para esse fim, e o esgotamento dos arsenais reduz a prontidão do Exército norte-americano para possíveis novos conflitos.
De acordo com o texto, nos quatro primeiros dias da operação Fúria Épica, os EUA lançaram mais de 5 mil projéteis, o que faz dela a campanha aérea mais intensa da história.
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma operação militar contra o Irã. Teerã respondeu com ataques ao território israelense, a bases militares americanas e a outros alvos no Oriente Médio. Além disso, a navegação pelo estreito de Ormuz, rota fundamental para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito dos países árabes, foi praticamente interrompida. Isso levou a um aumento acentuado nos preços dos combustíveis.
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