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Guerra no Irã prova vulnerabilidades de Reino Unido em domínios de defesa e energia, afirma mídia
Guerra no Irã prova vulnerabilidades de Reino Unido em domínios de defesa e energia, afirma mídia
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O recente conflito no Oriente Médio expôs duras lições sobre a posição geopolítica e a preparação militar do Reino Unido, informa a mídia. 09.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-09T11:14-0300
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O artigo aponta que a guerra no Irã expôs a deficiência da capacidade militar do Reino Unido e suas vulnerabilidades defensivas.Segundo a matéria, o Reino Unido se apresenta como uma potência militar global, mas carece de recursos para de fato incorporar esse papel.Nesse contexto, é especificado que no final da Guerra Fria, quando o Reino Unido gastava 3,2% de seu PIB com defesa, a Marinha britânica possuía 51 destróieres e fragatas, número que caiu pela metade, para 25, em 2007, e que agora tem uma frota escassa e envelhecida de apenas 13 navios.Além disso, é apontado que o conflito no Oriente Médio pode trazer mais pressão sobre o custo de vida para o público britânico. Interrupções prolongadas no fornecimento global de gás podem causar um forte aumento no teto da conta de energia do Reino Unido.Portanto, o material conclui que, além de ter baixo potencial militar, Londres está longe de ser autossuficiente em termos de energia.Anteriormente, a mídia britânica informou que, desde 2010, a Rússia supera o Reino Unido em capacidades de defesa, deixando-o insuficientemente preparado para um conflito em grande escala.Segundo o texto, os gastos com defesa da Rússia, em porcentagem do PIB, excederam significativamente os do Reino Unido e, desde os eventos da Crimeia, em 2014, os dos EUA também.De acordo com a publicação, a Rússia não é a única a ficar à frente do Reino Unido: a China, gastando uma parcela menor de seu PIB, tem agora um orçamento de defesa praticamente inatingível.
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Guerra no Irã prova vulnerabilidades de Reino Unido em domínios de defesa e energia, afirma mídia
11:14 09.04.2026 (atualizado: 12:01 09.04.2026) O recente conflito no Oriente Médio expôs duras lições sobre a posição geopolítica e a preparação militar do Reino Unido, informa a mídia.
O artigo aponta que a guerra no Irã expôs a deficiência da capacidade militar do
Reino Unido e suas vulnerabilidades defensivas.
"A Marinha [britânica] está em seu 'estado mais perigoso' há 60 anos, sendo muito pequena, subfinanciada e incapaz de proteger a nação", ressalta uma publicação.
Segundo a matéria, o Reino Unido se apresenta como uma potência militar global, mas carece de recursos para de fato incorporar esse papel.
Nesse contexto, é especificado que no final da
Guerra Fria, quando o Reino Unido gastava 3,2% de seu PIB com defesa, a Marinha britânica possuía 51 destróieres e fragatas, número que caiu pela metade, para 25, em 2007, e que
agora tem uma frota escassa e envelhecida de apenas 13 navios.
Além disso, é apontado que o conflito no Oriente Médio pode trazer mais pressão sobre o custo de vida para o público britânico. Interrupções prolongadas no fornecimento global de gás podem causar um forte aumento no teto da conta de energia do Reino Unido.
"A vulnerabilidade do Reino Unido a choques nos preços da energia decorre de sua dependência significativa e crescente das importações [...]. Em 2024, o país obteve 75,2% de sua demanda por energia primária a partir de combustíveis fósseis, principalmente petróleo e gás. A dependência líquida de importações em 2024 foi de 43,8%, 3,4 pontos percentuais a mais do que em 2023, permanecendo em torno da marca de 40% desde 2010", detalha a matéria.
Portanto, o material conclui que, além de ter baixo potencial militar, Londres está longe de ser autossuficiente em termos de energia.
Anteriormente, a mídia britânica informou que, desde 2010, a Rússia supera o Reino Unido em capacidades de defesa, deixando-o insuficientemente preparado para um
conflito em grande escala.
Segundo o texto, os gastos com defesa da Rússia, em porcentagem do PIB, excederam significativamente os do Reino Unido e, desde os eventos da Crimeia, em 2014, os dos EUA também.
De acordo com a publicação, a Rússia não é a única a ficar à frente do Reino Unido: a China, gastando uma parcela menor de seu PIB, tem agora um orçamento de defesa praticamente inatingível.
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