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Alta dos alimentos no Brasil impulsiona inflação de março e reforça pressão sobre o IPCA
Alta dos alimentos no Brasil impulsiona inflação de março e reforça pressão sobre o IPCA
Sputnik Brasil
A inflação de março acelerou para 0,88%, impulsionada principalmente pela alta de 1,56% nos alimentos, segundo o IBGE. A alimentação no domicílio subiu 1,94%... 10.04.2026, Sputnik Brasil
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Segundo números do IBGE, tomate, cebola, batata-inglesa, leite longa vida e carnes foram os produtos que mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), enquanto maçã e café moído registraram queda. A lista de aumentos mais intensos incluiu ainda feijão-carioca, batata-doce, açaí e pimentão. Já entre as reduções, além das frutas cítricas, caíram preços de limão, banana-maçã, mandioca, inhame e açúcar refinado. Esses movimentos refletem tanto sazonalidade quanto pressões de oferta.O grupo Transportes também teve forte impacto na inflação, acelerando de 0,74% para 1,64% em março. Os combustíveis subiram 4,47%, com destaque para a gasolina, que avançou 4,59% e foi o item que mais pressionou o IPCA no mês. O diesel disparou 13,90%, enquanto etanol subiu e gás veicular recuou.De acordo com o G1, diante da pressão dos combustíveis, o governo federal anunciou um pacote de R$ 30,5 bilhões para tentar conter a alta dos preços, segundo o Ministério do Planejamento. Entre os serviços de transporte, as passagens aéreas continuaram em alta, mas desaceleraram para 6,08%. As tarifas de ônibus urbano subiram 1,17%, influenciadas por reajustes locais e mudanças em regras de gratuidade e descontos.Outros serviços tiveram variações mais moderadas: táxi (0,26%), metrô (0,67%) e ônibus intermunicipal (0,22%). O conjunto desses aumentos somados ao avanço dos alimentos consolidou março como um mês de forte pressão inflacionária.
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Alta dos alimentos no Brasil impulsiona inflação de março e reforça pressão sobre o IPCA
A inflação de março acelerou para 0,88%, impulsionada principalmente pela alta de 1,56% nos alimentos, segundo o IBGE. A alimentação no domicílio subiu 1,94%, ritmo muito superior ao de fevereiro, refletindo aumentos expressivos em itens básicos consumidos pelas famílias.
Segundo números do IBGE,
tomate, cebola, batata-inglesa, leite longa vida e carnes foram os produtos que
mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), enquanto maçã e café moído registraram queda.
Quando consideradas apenas as maiores variações percentuais, cenoura e abobrinha lideraram as altas, enquanto abacate e laranja-baía tiveram as maiores quedas.
A
lista de aumentos mais intensos incluiu ainda feijão-carioca, batata-doce, açaí e pimentão. Já entre as reduções, além das frutas cítricas, caíram preços de limão, banana-maçã, mandioca, inhame e açúcar refinado.
Esses movimentos refletem tanto sazonalidade quanto pressões de oferta.
O grupo Transportes também teve forte
impacto na inflação, acelerando de 0,74% para 1,64% em março. Os
combustíveis subiram 4,47%, com destaque para a gasolina, que avançou 4,59% e foi o item que mais pressionou o IPCA no mês. O diesel disparou 13,90%, enquanto etanol subiu e gás veicular recuou.
De
acordo com o G1, diante da pressão dos combustíveis, o
governo federal anunciou um
pacote de R$ 30,5 bilhões para tentar conter a alta dos preços, segundo o Ministério do Planejamento.
A medida busca aliviar o impacto direto sobre o transporte e, por consequência, sobre o índice geral.
Entre os serviços de transporte, as passagens aéreas continuaram em alta, mas desaceleraram para 6,08%. As
tarifas de ônibus urbano subiram 1,17%, influenciadas por reajustes locais e mudanças em regras de
gratuidade e descontos.
Outros serviços tiveram variações mais moderadas: táxi (0,26%), metrô (0,67%) e ônibus intermunicipal (0,22%). O conjunto desses aumentos somados ao avanço dos alimentos consolidou março como um mês de forte pressão inflacionária.
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