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Trump avalia ataques limitados contra o Irã, diz relatório
Trump avalia ataques limitados contra o Irã, diz relatório
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Após cerca de 25 horas de negociações em Islamabad terminarem sem acordo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores passaram a avaliar a... 12.04.2026, Sputnik Brasil
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Destaca-se que, além da manutenção de um bloqueio no estreito de Ormuz, é necessário romper o impasse nas negociações de paz.Além disso, autoridades norte-americanas estudam a possibilidade de manter um bloqueio marítimo temporário, ao mesmo tempo em que pressionam aliados a assumir, no futuro, uma missão de escolta naval no estreito de Ormuz. A estratégia busca combinar pressão militar e diplomática para forçar avanços nas negociações com Teerã.Para o especialista egípcio em contraterrorismo e guerras de informação, coronel Hatem Saber, o fracasso das negociações marca uma mudança significativa no cenário do conflito. "O fracasso das negociações não se deveu apenas a divergências técnicas, mas a um choque direto das 'linhas vermelhas' de ambas as partes", afirmou.Segundo ele, os Estados Unidos insistiram em uma “última e melhor oferta”, com condições duras envolvendo a abertura do estreito de Ormuz e a interrupção do programa nuclear iraniano, alinhadas à política de "pressão máxima". Já o Irã rejeitou o que classificou como "condições excessivas", insistindo em sua soberania sobre a hidrovia e defendendo que a diplomacia deve servir à proteção de seus interesses nacionais — e não à imposição de concessões estruturais.
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Trump avalia ataques limitados contra o Irã, diz relatório
20:35 12.04.2026 (atualizado: 08:02 13.04.2026) Após cerca de 25 horas de negociações em Islamabad terminarem sem acordo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores passaram a avaliar a retomada de ataques militares limitados contra o Irã, segundo informações do The Wall Street Journal.
Destaca-se que, além da manutenção de um bloqueio no estreito de Ormuz, é necessário romper o impasse nas negociações de paz.
Entre as opções analisadas estão ataques aéreos pontuais contra alvos iranianos, enquanto uma campanha mais ampla de bombardeios é considerada menos provável, embora não esteja totalmente descartada. O receio de uma escalada regional e de um envolvimento militar prolongado pesa nas deliberações.
Além disso, autoridades norte-americanas estudam a possibilidade de manter um
bloqueio marítimo temporário, ao mesmo tempo em que pressionam aliados a assumir, no futuro,
uma missão de escolta naval no estreito de Ormuz. A estratégia busca combinar pressão militar e diplomática para forçar avanços nas negociações com Teerã.
Para o especialista egípcio em contraterrorismo e guerras de informação, coronel Hatem Saber, o fracasso das negociações marca uma mudança significativa no cenário do conflito. "O fracasso das negociações não se deveu apenas a divergências técnicas, mas a um choque direto das 'linhas vermelhas' de ambas as partes", afirmou.
Segundo ele, os Estados Unidos insistiram em uma
“última e melhor oferta”, com condições duras envolvendo a abertura do
estreito de Ormuz e a interrupção do programa nuclear iraniano, alinhadas à política de "pressão máxima".
Já o Irã rejeitou o que classificou como "
condições excessivas", insistindo em sua soberania sobre a hidrovia e
defendendo que a diplomacia deve servir à proteção de seus interesses nacionais — e não à imposição de concessões estruturais.
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