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Alta inflação e desaceleração de crescimento de salários pressionam cidadãos dos EUA, diz mídia
Alta inflação e desaceleração de crescimento de salários pressionam cidadãos dos EUA, diz mídia
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A inflação nos Estados Unidos está subindo novamente e pode permanecer alta por muito tempo, informa a mídia estadunidense. 12.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-12T07:03-0300
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Uma matéria aponta que, desde 2021, a inflação afeta a economia dos EUA e, apesar da forte desaceleração nos últimos anos, ela nunca desapareceu de fato.Segundo o artigo, embora o recente aumento nos preços do petróleo não deva provocar um retorno às taxas de inflação extremas de 2022, as condições atuais tornam esse novo choque especialmente doloroso.Apesar de a economia dos EUA continuar forte em geral, muitas famílias enfrentam dificuldades, pois as economias diminuíram e os níveis de endividamento aumentaram desde a pandemia. Preços mais altos, um mercado imobiliário difícil, escassez de mão de obra e redução do apoio social pressionam as famílias de baixa e média renda.Ao mesmo tempo, o crescimento dos salários desacelerou, enquanto a inflação acelerou, anulando grande parte do progresso alcançado nos últimos anos. O aumento dos custos de energia também está anulando outros ganhos econômicos, deixando os consumidores com menos renda disponível.Dessa forma, a reportagem conclui que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine em breve, a recuperação da inflação deve levar meses, à medida que os custos mais altos dos combustíveis se espalhem pela economia como um todo.Anteriormente, a mídia ocidental informou que a inflação nos EUA disparou em março, durante o conflito entre EUA e Israel com o Irã, registrando aumento de 0,9% em relação ao mês anterior e de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.Segundo a reportagem, o índice de preços ao consumidor, que acompanha o custo de bens e serviços, registrou seu maior aumento em quase dois anos.Esse é o primeiro indício oficial de como o conflito afetou os preços nos EUA, principalmente após o Irã bloquear o estreito de Ormuz, rota fundamental para cerca de um quinto do petróleo e do gás do mundo.
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Alta inflação e desaceleração de crescimento de salários pressionam cidadãos dos EUA, diz mídia
07:03 12.04.2026 (atualizado: 07:40 12.04.2026) A inflação nos Estados Unidos está subindo novamente e pode permanecer alta por muito tempo, informa a mídia estadunidense.
Uma matéria aponta que, desde 2021, a inflação afeta
a economia dos EUA e, apesar da forte desaceleração nos últimos anos, ela nunca desapareceu de fato.
"A inflação ainda não retornou aos níveis pré-pandêmicos e os norte-americanos ainda não se adaptaram aos preços mais altos. Por esse motivo, o custo de vida continua sendo a principal preocupação dos eleitores em todas as pesquisas", ressalta a publicação.
Segundo o artigo, embora o recente aumento nos
preços do petróleo não deva provocar um retorno às taxas de inflação extremas de 2022,
as condições atuais tornam esse novo choque especialmente doloroso.
Apesar de a economia dos EUA continuar forte em geral, muitas famílias enfrentam dificuldades, pois as economias diminuíram e os níveis de endividamento aumentaram desde a pandemia. Preços mais altos, um mercado imobiliário difícil, escassez de mão de obra e redução do apoio social pressionam as famílias de baixa e média renda.
Ao mesmo tempo,
o crescimento dos salários desacelerou, enquanto a inflação acelerou, anulando grande parte do progresso alcançado nos últimos anos. O aumento dos
custos de energia também está anulando outros ganhos econômicos, deixando os consumidores com menos renda disponível.
Dessa forma, a reportagem conclui que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine em breve, a recuperação da inflação deve levar meses, à medida que os custos mais altos dos combustíveis se espalhem pela economia como um todo.

13 de outubro 2025, 10:11
Anteriormente, a mídia ocidental
informou que a inflação nos EUA disparou em março, durante o conflito entre EUA e Israel com o Irã, registrando aumento de
0,9% em relação ao mês anterior e de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Segundo a reportagem, o índice de preços ao consumidor, que acompanha o custo de bens e serviços, registrou seu maior aumento em quase dois anos.
Esse é o primeiro indício oficial de como o conflito afetou os preços nos EUA, principalmente após o Irã bloquear o estreito de Ormuz, rota fundamental para cerca de um quinto do petróleo e do gás do mundo.
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