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Remover ou absolver? Conheça os momentos decisivos dos impeachments norte-americanos
Remover ou absolver? Conheça os momentos decisivos dos impeachments norte-americanos
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Democratas preparam ameaça de impeachment contra o atual chefe do Pentágono, Pete Hegseth. 16.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-16T11:52-0300
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Ele é acusado de:O impeachment é uma prática comum nos EUA, tanto que vários presidentes e ministros foram sujeitos a ele.O impeachment começa na Câmara dos Representantes, onde é preciso ter a maioria dos votos. O julgamento ocorre no Senado, onde são necessários dois terços dos votos para destituição — algo que nunca aconteceu.O impeachment nos EUA também já alcançou ministros, mas com resultados limitados. A Câmara aprovou apenas dois casos na história: Em 1876, o secretário de Guerra William Belknap foi acusado de corrupção por esquemas em contratos militares. Ele renunciou minutos antes da votação, mas o Senado seguiu com o julgamento e o absolveu por falta de maioria qualificada. Em 2024, o secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, foi acusado de falhas na aplicação das leis migratórias e de enganar o Congresso. O Senado rejeitou as acusações e encerrou o processo. Quanto ao caso atual de Pete Hegseth, a medida "praticamente não tem chance de ser aprovada" no Congresso, de acordo com a mídia norte-americana.
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Remover ou absolver? Conheça os momentos decisivos dos impeachments norte-americanos
11:52 16.04.2026 (atualizado: 12:06 16.04.2026) Democratas preparam ameaça de impeachment contra o atual chefe do Pentágono, Pete Hegseth.
iniciar guerra ilegal contra o Irã;
má gestão de informações sensíveis;
abuso de poder e politização das Forças Armadas;
danos à reputação dos EUA.
O impeachment é uma prática comum nos EUA, tanto que vários presidentes e ministros foram sujeitos a ele.
Historicamente, apenas três presidentes dos EUA sofreram impeachment: Andrew Johnson, Bill Clinton e Donald Trump — este último duas vezes. Nenhum foi removido do cargo. Richard Nixon renunciou antes da conclusão do processo.
O impeachment começa na Câmara dos Representantes, onde é preciso ter a maioria dos votos. O julgamento ocorre no Senado, onde são necessários dois terços dos votos para destituição — algo que nunca aconteceu.
O impeachment nos EUA também já alcançou ministros, mas com resultados limitados. A Câmara aprovou apenas dois casos na história:
Em 1876, o secretário de Guerra William Belknap foi acusado de corrupção por esquemas em contratos militares. Ele renunciou minutos antes da votação, mas o Senado seguiu com o julgamento e o absolveu por falta de maioria qualificada.
Em 2024, o secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, foi acusado de falhas na aplicação das leis migratórias e de enganar o Congresso. O Senado rejeitou as acusações e encerrou o processo.
Ao longo do século XX, houve várias tentativas de impeachment contra membros do governo, incluindo procuradores-gerais e secretários, mas a maioria foi arquivada ainda em comissões ou perdeu força após renúncias.
Quanto ao caso atual de Pete Hegseth, a medida "praticamente não tem chance de ser aprovada" no Congresso, de acordo com a mídia norte-americana.
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