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Motoristas alemães seguem em comboio até Berlim contra alta nos preços dos combustíveis, diz mídia
Motoristas alemães seguem em comboio até Berlim contra alta nos preços dos combustíveis, diz mídia
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Um grupo de motoristas segue em direção a Berlim em protesto contra os altos preços dos combustíveis na Alemanha, que dispararam após a escalada no Oriente... 17.04.2026, Sputnik Brasil
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Segundo dados do maior clube automobilístico do país — o Allgemeiner Deutscher Automobil-Club (ADAC) —, os preços começaram a apresentar leve recuo nos últimos dias, mas ainda permanecem em níveis considerados críticos. Em 17 de abril, o preço médio da gasolina E10 era de 2,07 euros (R$ 12,14) por litro, enquanto o diesel chegou a 2,21 euros (R$ 19,96) por litro.O ato teve início na cidade de Emden, com 25 veículos, mas ganhou adesão ao longo do trajeto. No auge, próximo a Wolfsburg, o comboio reuniu 82 carros e alcançou cerca de 2,5 quilômetros de extensão.O percurso passou por cidades como Cloppenburg, Nienburg, Celle e Wolfsburg, atravessando a Baixa Saxônia e seguindo por Saxônia-Anhalt e Brandenburg até a capital alemã.O organizador do protesto, Sebastian Bormann, afirmou que os custos com combustível se tornaram "simplesmente insustentáveis" para a população. Ele também criticou o governo federal e o primeiro-ministro Friedrich Merz, acusando as autoridades de não cumprirem promessas feitas durante a campanha eleitoral.De acordo com as informações, não houve registros de incidentes graves durante a manifestação.O chanceler alemão havia anunciado anteriormente que a coalizão governista pretende reduzir temporariamente o imposto sobre energia em 0,17 centavos de euro (R$ 1) por litro, por dois meses, diante da disparada dos preços provocada pela crise no Oriente Médio.Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel iniciaram ataques contra alvos no Irã, incluindo a capital Teerã, com relatos de destruição e vítimas civis. Em resposta, Teerã realizou ataques contra território israelense e bases militares norte-americanas na região.A escalada praticamente paralisou o tráfego no estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás natural liquefeito (GNL), pressionando os preços dos combustíveis em diversos países.
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Motoristas alemães seguem em comboio até Berlim contra alta nos preços dos combustíveis, diz mídia
Um grupo de motoristas segue em direção a Berlim em protesto contra os altos preços dos combustíveis na Alemanha, que dispararam após a escalada no Oriente Médio, informou nesta sexta-feira (17) o jornal Bild.
Segundo dados do maior clube automobilístico do país — o Allgemeiner Deutscher Automobil-Club
(ADAC) —, os preços começaram a apresentar leve recuo nos últimos dias, mas ainda
permanecem em níveis considerados críticos. Em 17 de abril, o
preço médio da gasolina E10 era de 2,07 euros (R$ 12,14) por litro, enquanto o diesel chegou a 2,21 euros (R$ 19,96) por litro.
"A coluna de veículos partiu da Frísia Oriental em direção a Berlim como forma de protesto contra a forte alta dos combustíveis",
informou a publicação.
O ato teve início na cidade de Emden, com 25 veículos, mas ganhou adesão ao longo do trajeto. No auge, próximo a Wolfsburg, o comboio reuniu 82 carros e alcançou cerca de 2,5 quilômetros de extensão.
O percurso passou por cidades como Cloppenburg, Nienburg, Celle e Wolfsburg, atravessando a Baixa Saxônia e seguindo por Saxônia-Anhalt e Brandenburg até a capital alemã.
O organizador do protesto, Sebastian Bormann, afirmou que os custos com combustível se tornaram "simplesmente insustentáveis" para a população. Ele também criticou o governo federal e o
primeiro-ministro Friedrich Merz, acusando as autoridades de não cumprirem promessas feitas durante a campanha eleitoral.
"Em algum momento, isso cansa os cidadãos", declarou.
De acordo com as informações, não houve registros de incidentes graves durante a manifestação.
O chanceler alemão havia anunciado anteriormente que a coalizão governista pretende
reduzir temporariamente o imposto sobre energia em 0,17 centavos de euro (R$ 1) por litro, por dois meses, diante da disparada dos preços provocada pela
crise no Oriente Médio.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel iniciaram ataques contra alvos no Irã, incluindo a capital Teerã, com relatos de destruição e vítimas civis. Em resposta, Teerã realizou ataques contra território israelense e bases militares norte-americanas na região.
A escalada praticamente paralisou o
tráfego no estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás natural liquefeito (GNL), pressionando os
preços dos combustíveis em diversos países.
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