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Estudo: polvos gigantes teriam sido superpredadores nos oceanos há 100 milhões de anos (FOTO)
Estudo: polvos gigantes teriam sido superpredadores nos oceanos há 100 milhões de anos (FOTO)
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Os cientistas reconstruíram a aparência dos polvos gigantes que habitavam os oceanos do mundo há dezenas de milhões de anos e eram semelhantes em tamanho aos... 24.04.2026, Sputnik Brasil
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Segundo observam os pesquisadores, algumas interpretações sugerem que as lendas sobre os krakens podem ter sido baseadas em observações de lulas gigantes, que provavelmente atingiam dez metros de comprimento; no entanto, os cefalópodes gigantes viviam muito tempo atrás para serem uma fonte de lendas. Os restos fossilizados de polvos datam do período cretáceo tardio, aproximadamente 100-72 milhões de anos atrás.Embora os invertebrados de corpo mole estejam mal preservados nos sedimentos, os pesquisadores conseguiram reconstruir sua aparência com a ajuda dos bicos – mandíbulas sólidas de quitina. Sinais de desgaste nas mandíbulas indicam que esses polvos eram superpredadores e caçavam grandes répteis existentes na época, incluindo plesiossauros e mosassauros, segundo o estudo.Os autores do estudo interpretam a assimetria no desgaste das mandíbulas como um sinal de assimetria comportamental correspondente, assumindo o desenvolvimento cerebral complexo e potencialmente alta inteligência.
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Estudo: polvos gigantes teriam sido superpredadores nos oceanos há 100 milhões de anos (FOTO)
06:32 24.04.2026 (atualizado: 08:52 24.04.2026) Os cientistas reconstruíram a aparência dos polvos gigantes que habitavam os oceanos do mundo há dezenas de milhões de anos e eram semelhantes em tamanho aos krakens – animais míticos das lendas marinhas – segundo um estudo publicado na revista Science.
Segundo observam os pesquisadores, algumas interpretações sugerem que as lendas sobre os krakens podem ter sido baseadas em observações de
lulas gigantes, que provavelmente atingiam dez metros de comprimento; no entanto, os cefalópodes gigantes viviam muito tempo atrás para serem uma fonte de lendas.
Os restos fossilizados de polvos datam do período cretáceo tardio, aproximadamente 100-72 milhões de anos atrás.
"Com um comprimento total estimado de sete a 19 metros, estes polvos podem ser os maiores invertebrados descritos que competem com os modernos répteis gigantes marinhos", diz um estudo realizado por um grupo de cientistas do Japão.
Embora os invertebrados de corpo mole estejam mal preservados nos sedimentos, os pesquisadores conseguiram reconstruir sua aparência com a ajuda dos bicos – mandíbulas sólidas de quitina.
Sinais de desgaste nas mandíbulas indicam que esses polvos eram superpredadores e caçavam grandes répteis existentes na época, incluindo
plesiossauros e mosassauros, segundo o estudo.
Os autores do
estudo interpretam a assimetria no desgaste das mandíbulas como um sinal de assimetria comportamental correspondente, assumindo o desenvolvimento cerebral complexo e potencialmente alta inteligência.
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