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Segunda turma do STF mantém prisão de ex-presidente do BRB
Segunda turma do STF mantém prisão de ex-presidente do BRB
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Paulo Henrique Costa, suspeito no caso Master, foi preso preventivamente na semana passada por ter aceitado propina de R$ 146,5 milhões em imóveis do... 24.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-24T17:43-0300
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Por ordem expedida pelo magistrado e relator do caso, André Mendonça, Costa está preso preventivamente desde quinta-feira (16).Mendonça foi o primeiro a votar a favor pela manutenção da prisão, seguido pelos ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, assim fazendo o placar de 3 a 0. Ainda falta o voto de Gilmar Mendes, que tem até 23h59 de hoje para se manifestar.O ministro Dias Toffoli, também da Segunda Turma, se declarou impedido de participar, repetindo sua posição quando não julgou a segunda prisão de Daniel Vorcaro, em março. Toffoli afirmou na época que não votaria mais em casos relacionados ao Banco Master "por motivo de foro íntimo".Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro foram presos após a autorização da quarta fase da Operação Compliance Zero. A Polícia Federal (PF) apontou que o ex-presidente do BRB teria negociado com o ex-banqueiro propina em imóveis em troca de atuar na compra do Master pelo banco de Brasília. Monteiro o ajudaria com os assuntos jurídicos da compra.Ainda na investigação, Costa teria recebido também mais de R$ 74 milhões de Vorcaro e, segundo a PF, teria colocado o BRB "a serviço da manutenção da liquidez do Banco Master" e atuado como "verdadeiro mandatário de Daniel Vorcaro no âmbito" do banco público.Segundo Mendonça, a prisão preventiva do ex-presidente do BRB foi para garantir a ordem econômica, a conveniência da instrução criminal e a futura lei penal, citando indícios de continuidade de práticas delitivas.
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Segunda turma do STF mantém prisão de ex-presidente do BRB
17:43 24.04.2026 (atualizado: 18:33 24.04.2026) Paulo Henrique Costa, suspeito no caso Master, foi preso preventivamente na semana passada por ter aceitado propina de R$ 146,5 milhões em imóveis do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Por ordem expedida pelo magistrado e relator do caso, André Mendonça, Costa está preso preventivamente desde quinta-feira (16).
Mendonça foi o primeiro a votar a favor pela manutenção da prisão, seguido pelos ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques,
assim fazendo o placar de 3 a 0. Ainda falta o voto de
Gilmar Mendes, que tem até 23h59 de hoje para se manifestar.
O ministro Dias Toffoli, também da Segunda Turma,
se declarou impedido de participar, repetindo sua posição quando não julgou a
segunda prisão de Daniel Vorcaro, em março. Toffoli afirmou na época que não votaria mais em casos relacionados ao Banco Master
"por motivo de foro íntimo".
Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro foram presos após a autorização da quarta fase da
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o ex-presidente do BRB teria negociado com o ex-banqueiro propina em imóveis em troca de atuar na compra do Master pelo banco de Brasília. Monteiro o ajudaria com os assuntos jurídicos da compra.
Ainda na investigação, Costa teria recebido também mais de R$ 74 milhões de Vorcaro e, segundo a PF, teria colocado o BRB "a serviço da manutenção da liquidez do Banco Master" e atuado como "verdadeiro mandatário de Daniel Vorcaro no âmbito" do banco público.
Segundo Mendonça, a prisão preventiva do ex-presidente do BRB foi para garantir a ordem econômica, a conveniência da instrução criminal e a futura lei penal, citando indícios de continuidade de práticas delitivas.
"Evita-se, com a custódia, a destruição ou alteração de provas, a combinação de versões com outros integrantes da organização criminosa, a ocultação de ativos e documentos empresariais, bem como o funcionamento de estruturas empresariais de fachada."
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