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Eslováquia alerta que Kiev pode voltar a interromper oleoduto Druzhba após empréstimo da UE

© AP Photo / Sven KaestnerEstação de bombeamento no final do oleoduto Druzhba, na refinaria PCK, em Schwedt, leste da Alemanha, em 10 de janeiro de 2007
Estação de bombeamento no final do oleoduto Druzhba, na refinaria PCK, em Schwedt, leste da Alemanha, em 10 de janeiro de 2007 - Sputnik Brasil, 1920, 25.04.2026
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O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, afirmou neste sábado (25) que não ficaria surpreso se Kiev voltasse a interromper o funcionamento do oleoduto Druzhba após receber um empréstimo da União Europeia (UE).
"Durante uma conversa informal com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, expressei a opinião de que não me surpreenderia se, após receber um crédito militar de 90 bilhões de euros (R$ 528 bilhões), Vladimir Zelensky decidisse novamente tornar o Druzhba inoperante", afirmou nas redes sociais.
Segundo o chanceler, o conflito na Ucrânia não tem solução militar e só pode ser resolvido por vias diplomáticas.
A Ucrânia bloqueou, a partir de 27 de janeiro, o fornecimento de petróleo russo pelo oleoduto Druzhba para a Eslováquia e a Hungria, alegando danos na infraestrutura.
As autoridades de Budapeste e Bratislava rejeitaram essa justificativa e afirmaram considerar a interrupção do trânsito de petróleo uma decisão política de Kiev. Em 23 de abril, o governo eslovaco informou que o fornecimento de petróleo pelo Druzhba para o país foi retomado.
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Europa se prepara para longo conflito?

Enquanto Washington se ocupa com a guerra contra o Irã, os países europeus começam a aceitar que os combates na Ucrânia devem se arrastar por muito mais tempo, sem uma estratégia real para encerrá‑los, informou a mídia norte-americana.
Na própria Europa cresce o reconhecimento de que um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia é improvável sem a participação ativa dos Estados Unidos, cuja administração de Donald Trump parece mostrar interesse cada vez menor no tema.
Mesmo assim, a União Europeia continua enviando pacotes de ajuda a Kiev e reforçando sanções contra Moscou, tentando manter aparência de controle da situação.
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