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'Lição para quem começou a guerra': EUA não atingem objetivos desejados no Irã, diz MRE iraniano
'Lição para quem começou a guerra': EUA não atingem objetivos desejados no Irã, diz MRE iraniano
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Os Estados Unidos, ao atacarem o Irã, queriam alcançar mudanças geopolíticas na região, e eles as conseguiram, mas o resultado é outro, afirmou o vice-ministro... 29.04.2026, Sputnik Brasil
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Discursando no Instituto de Estudos Políticos e Internacionais do Ministério das Relações Exteriores do Irã, o vice-ministro afirmou que Teerã continuará a se defender, mas ao mesmo tempo vai buscar a resolução diplomática das hostilidades, já que, na opinião dele, a diplomacia não tem alternativas.O diplomata iraniano explicou que Washington iniciou a guerra contra Teerã porque queria "punir" os iranianos pela Revolução Islâmica de 1979, como resultado da qual os EUA foram "expulsos do Irã".No entanto, os planos dos norte-americanos fracassaram: eles acreditavam que a República Islâmica estaria à beira do colapso e que os militares iranianos seriam incapazes de dar uma resposta, mas a realidade se mostrou outra.Ao mesmo tempo, ele enfatizou que o Irã precisa se concentrar em acabar com a guerra e abordar as causas subjacentes. O Irã continua agindo de acordo com essa linha e não aceitará riscos relacionados à soberania nacional, à integridade territorial ou à segurança nacional do país, acrescentou Khatibzadeh.Vale mencionar que nesta terça-feira (28) um jornal norte-americano informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, instruiu seus assessores a se prepararem para um bloqueio de longo prazo ao Irã, considerando a retomada dos bombardeios uma opção mais arriscada.
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'Lição para quem começou a guerra': EUA não atingem objetivos desejados no Irã, diz MRE iraniano
12:54 29.04.2026 (atualizado: 14:20 29.04.2026) Os Estados Unidos, ao atacarem o Irã, queriam alcançar mudanças geopolíticas na região, e eles as conseguiram, mas o resultado é outro, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh.
Discursando no Instituto de Estudos Políticos e Internacionais do Ministério das Relações Exteriores do Irã, o vice-ministro afirmou que
Teerã continuará a se defender, mas ao mesmo tempo
vai buscar a resolução diplomática das hostilidades, já que, na opinião dele, a diplomacia não tem alternativas.
"Há uma expressão: tenha medo de seus desejos. Eles [EUA] queriam mudanças geopolíticas, eles as conseguiram, mas não tenho certeza se isso corresponde ao que eles queriam. Mais uma lição para quem começou a guerra", ressaltou Khatibzadeh.
O diplomata iraniano explicou que Washington iniciou a guerra contra Teerã porque
queria "punir" os iranianos pela Revolução Islâmica de 1979, como resultado da qual os EUA foram "expulsos do Irã".
No entanto, os planos dos norte-americanos fracassaram: eles acreditavam que a República Islâmica estaria à beira do colapso e que os militares iranianos seriam incapazes de dar uma resposta, mas a realidade se mostrou outra.
"O Irã continuará em alerta máximo e defensivo em todas as frentes até que perceba que a guerra terminará 'em todas as frentes' e que a situação se estabilizará", disse o diplomata.
Ao mesmo tempo, ele enfatizou que o Irã precisa se concentrar em acabar com a guerra e abordar as causas subjacentes. O Irã continua agindo de acordo com essa linha e não aceitará riscos relacionados à soberania nacional, à integridade territorial ou à segurança nacional do país, acrescentou Khatibzadeh.
Vale mencionar que nesta terça-feira (28) um jornal norte-americano informou que o presidente dos EUA, Donald Trump,
instruiu seus assessores a se prepararem para um bloqueio de longo prazo ao Irã, considerando a retomada dos bombardeios uma opção mais arriscada.
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