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Nova agressão contra Irã provocará bloqueio de Ormuz e queda do PIB dos EUA, diz mídia
Nova agressão contra Irã provocará bloqueio de Ormuz e queda do PIB dos EUA, diz mídia
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O Irã demonstrou que pode fechar o estreito de Ormuz para o tráfego, mesmo contra a força militar estadunidense, independentemente de conseguir ou não... 06.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-06T11:00-0300
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A publicação destaca que, se as hostilidades eclodirem novamente, Teerã poderá fechar completamente o estreito de Ormuz, o que demonstraria que uma campanha militar dos EUA e de Israel não seria capaz de derrubar o governo iranianoAlém disso, a matéria destaca que, se o estreito de Ormuz permanecer fechado, as pressões econômicas se intensificarão, elevando a inflação nos EUA e desacelerando o crescimento do PIB.Segundo a reportagem, ao longo de décadas, a República Islâmica do Irã construiu o arsenal necessário para bloquear a passagem, incluindo minas, foguetes, drones, mísseis antinavio e enxames de pequenos barcos rápidos capazes de afundar embarcações maiores.A recente guerra com Israel e os EUA provou que o Irã conseguiu bloquear o estreito de Ormuz com o mínimo de esforço. Um mês inteiro de intensos bombardeios por parte dos Estados Unidos e de Israel não foi suficiente para reabrir o estreito.Portanto,a publicação conclui que, ao provar sua capacidade, o Irã agora pode ameaçar com credibilidade futuros fechamentos do estreito de Ormuz caso os EUA e Israel lancem nova agressão contra o país.No dia 3 de maio, os EUA rejeitaram a proposta do Irã de pôr fim ao conflito. De acordo com o presidente norte-americano, Donald Trump, a proposta foi considerada por ele "inaceitável".Segundo a agência de notícias Al Jazeera, o Irã apresentou aos EUA um plano em três etapas para encerrar a guerra. Teerã propôs, primeiramente, firmar uma paz de longo prazo, reabrir o estreito de Ormuz e concordar com o congelamento do enriquecimento de urânio por até 15 anos. No entanto, se recusou a destruir suas instalações nucleares.Mais tarde, Trump afirmou que países de todo o mundo haviam pedido aos Estados Unidos que liberassem os navios bloqueados no estreito de Ormuz, razão pela qual anunciou o lançamento da operação Projeto Liberdade. De acordo com a mídia norte-americana, a frota dos EUA deve permanecer próxima de embarcações comerciais em caso de ataques por parte dos militares iranianos.Os Estados Unidos também pretendem fornecer aos marítimos informações sobre rotas de passagem segura. Na quarta-feira (6), no entanto, Trump anunciou a suspensão da missão, salientando que o bloqueio do estreito de Ormuz continua em pleno vigor. O presidente da Comissão de Segurança Nacional do Irã, Ebrahim Azizi, alertou que qualquer interferência na navegação pelo estreito seria uma violação da trégua.
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Nova agressão contra Irã provocará bloqueio de Ormuz e queda do PIB dos EUA, diz mídia
O Irã demonstrou que pode fechar o estreito de Ormuz para o tráfego, mesmo contra a força militar estadunidense, independentemente de conseguir ou não formalizar o controle por meio de um sistema de pedágio de longo prazo, escreve uma revista norte-americana.
A publicação destaca que, se as hostilidades eclodirem novamente, Teerã poderá fechar completamente o
estreito de Ormuz, o que demonstraria que uma campanha militar dos EUA e de Israel não seria capaz de derrubar o governo iraniano
"Washington deve reconhecer e enfrentar esse risco, não se iludindo de que a força militar e as manobras diplomáticas podem resolvê-lo permanentemente. Nos próximos meses, os Estados Unidos precisarão abrir o estreito para evitar uma crise econômica ainda mais grave", observa a revista.
Além disso, a matéria destaca que, se o estreito de Ormuz permanecer fechado, as pressões econômicas se intensificarão, elevando a
inflação nos EUA e desacelerando o crescimento do PIB.
Segundo a reportagem, ao longo de décadas, a
República Islâmica do Irã construiu o arsenal necessário para bloquear a passagem, incluindo minas, foguetes, drones, mísseis antinavio e enxames de pequenos barcos rápidos capazes de afundar embarcações maiores.
A recente guerra com Israel e os EUA provou que o Irã conseguiu bloquear o estreito de Ormuz com o mínimo de esforço. Um mês inteiro de intensos bombardeios por parte dos Estados Unidos e de Israel não foi suficiente para reabrir o estreito.
Portanto,a publicação conclui que, ao provar sua capacidade, o Irã agora pode ameaçar com credibilidade futuros fechamentos do estreito de Ormuz caso os EUA e Israel lancem nova agressão contra o país.
No dia 3 de maio, os EUA rejeitaram a proposta do Irã de pôr fim ao conflito. De acordo com o presidente norte-americano, Donald Trump, a proposta foi considerada por ele "inaceitável".
Segundo a agência de notícias Al Jazeera, o Irã apresentou aos EUA um plano em três etapas para encerrar a guerra. Teerã propôs, primeiramente, firmar uma paz de longo prazo, reabrir o estreito de Ormuz e concordar com o congelamento do enriquecimento de urânio por até 15 anos. No entanto, se recusou a destruir suas instalações nucleares.
Mais tarde, Trump afirmou que países de todo o mundo haviam pedido aos Estados Unidos que liberassem os navios bloqueados no estreito de Ormuz, razão pela qual anunciou o lançamento da operação Projeto Liberdade. De acordo com a mídia norte-americana, a frota dos EUA deve permanecer próxima de embarcações comerciais em caso de ataques por parte dos militares iranianos.
Os Estados Unidos também pretendem fornecer aos marítimos informações sobre rotas de passagem segura. Na quarta-feira (6), no entanto, Trump anunciou a suspensão da missão, salientando que o bloqueio do estreito de Ormuz continua em pleno vigor. O presidente da Comissão de Segurança Nacional do Irã,
Ebrahim Azizi, alertou que qualquer interferência na navegação pelo estreito seria uma violação da trégua.
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