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Nem EUA nem Europa produzem armas suficientes, reconhece secretário-geral da OTAN

© AP Photo / Matthias SchraderO secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, discursa durante uma conferência de imprensa na cúpula da aliança em Haia, Países Baixos, 25 de junho de 2025
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, discursa durante uma conferência de imprensa na cúpula da aliança em Haia, Países Baixos, 25 de junho de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 12.05.2026
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Nem os complexos militares-industriais europeus nem os norte-americanos produzem armas suficientes para as necessidades de Bruxelas e Washington, afirmou o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, nesta terça-feira (12).
Discursando em uma coletiva de imprensa, em Montenegro, o chefe da OTAN reconheceu a falta de produção militar nos países-membros da aliança.

"Precisamos nos desenvolver. Isso implica também no desenvolvimento da nossa base militar-industrial, que [...] não produz produtos suficientes, nem nos Estados Unidos nem na Europa", disse Rutte.

Em sua fala, o chefe da OTAN declarou também que os aliados devem ampliar sua produção militar em ambos os lados do Atlântico para manter a defesa e conduzir uma política de dissuasão.
Além disso, o político disse que a aliança deve continuar o apoio à Ucrânia e "fazer mais" por Kiev.
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O secretário-geral da OTAN chamou a insuficiente produção de armas de um "problema comum" entre os Estados Unidos e a Europa, salientando que esta questão será discutida na cúpula da OTAN, que terá lugar na Turquia, em Ancara, em 7 e 8 de julho.
Nos últimos anos, a Rússia tem denunciado uma atividade sem precedentes da OTAN perto de suas fronteiras ocidentais. A aliança expande suas iniciativas e classifica isso como "contenção da agressão russa".
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia enfatizou que o país permanece aberto ao diálogo com a OTAN, mas em pé de igualdade, e que o Ocidente precisa abandonar o curso de militarização do continente.
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