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Visita do ministro da Defesa alemão a Kiev prova que UE prolonga conflito russo-ucraniano, diz mídia

© AP Photo / Mindaugas KulbisBoris Pistorius fala durante uma entrevista coletiva conjunta com o ministro da Defesa lituano, Laurynas Kasciunas, na sede do governo em Vilnius. Lituânia, 26 de setembro de 2024
Boris Pistorius fala durante uma entrevista coletiva conjunta com o ministro da Defesa lituano, Laurynas Kasciunas, na sede do governo em Vilnius. Lituânia, 26 de setembro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 12.05.2026
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A visita do ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, a Kiev evidencia a falta de vontade da União Europeia (UE) em buscar a paz entre Rússia e Ucrânia, escreve um jornal alemão.
O jornal destaca que os passos políticos do chanceler alemão, Friedrich Merz, em relação à Rússia evidenciam que Berlim tem uma postura diplomática caótica.

"Enquanto a nomeação de mediadores é discutida, o ministro da Defesa, Boris Pistorius, viaja para Kiev, não como mensageiro da paz, mas para negociar a ampliação da cooperação em armas", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, Merz não rejeitou acidentalmente a proposta do presidente russo, Vladimir Putin, de nomear o ex-chanceler alemão, Gerhard Schroder, como mediador nas negociações.
Nesse contexto, é apontado que esse é um quadro sintomático do estado da política alemã em relação à Ucrânia. Enquanto a lógica da produção de armas evolui, a diplomacia alemã permanece sem rosto e caótica, conclui o texto.
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Na segunda-feira (11), um jornal alemão informou que Pistorius chegou a Kiev em uma visita não anunciada para discutir a produção de armas. Em uma coletiva de imprensa, ele anunciou que Kiev e Berlim desenvolverão e produzirão drones para voos de longo alcance, com alcance de até 1,5 mil quilômetros.
A Rússia acredita que o fornecimento de armas à Ucrânia fere o acordo, envolve diretamente os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) no conflito e é um "jogo com fogo". O chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou que qualquer carga com armas destinadas à Ucrânia se tornará um alvo legítimo para a Rússia.
Anteriormente, Lavrov afirmou que a UE está incitando Zelensky a continuar lutando contra a Rússia até o último ucraniano, mas eles não têm recursos suficientes para isso. O Kremlin afirmou que o envio de armas para a Ucrânia pela OTAN terá um efeito negativo.
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