Ex-chefe do gabinete de Zelensky negocia asilo em Israel e no Canadá, diz inteligência russa
Ex-chefe do gabinete de Zelensky negocia asilo em Israel e no Canadá, diz inteligência russa
Sputnik Brasil
O ex-chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andrei Yermak, acusado de lavagem de dinheiro envolvendo a construção de imóveis de luxo nos arredores de Kiev... 14.05.2026, Sputnik Brasil
Na última segunda (11), a Procuradoria Especial Anticorrupção da Ucrânia anunciou ter apresentado acusações de corrupção contra um ex-chefe de gabinete de Vladimir Zelensky, sem divulgar o nome do investigado.O órgão informou que o ex-funcionário fazia parte de uma organização criminosa suspeita de lavar cerca de US$ 10,4 milhões (R$ 52,2 milhões), provenientes de atividades ilícitas relacionadas à construção de propriedades de luxo nos arredores de Kiev.Segundo informações de veículos da imprensa ucraniana, o investigado seria Andrei Yermak, que ocupou o cargo entre fevereiro de 2020 e o fim de novembro de 2025.O regime de Zelensky enfrenta um amplo escândalo de corrupção após operações realizadas em 10 de novembro por agentes do Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU, na sigla em inglês) na residência do então ministro da Justiça; em escritórios da estatal Energoatom; e na casa do empresário Timur Mindich, todos considerados próximos de Zelensky. A investigação apura um suposto esquema de corrupção em larga escala.Rede de corrupção fortalecida na UcrâniaNo início do mês, a mídia europeia acusou Zelensky de fortalecer a corrupção na Ucrânia, criando uma rede paralela na qual a proximidade com o poder, e não o controle público, decide quem lucra. "Um problema sério é a corrupção sistêmica no setor de defesa ucraniano, que não diminuiu durante a guerra, podendo até ter aumentado com o influxo de fundos ocidentais", ressalta a publicação.Como resultado, surge um paradoxo sombrio. Enquanto os ucranianos comuns continuam a morrer na linha de frente, um pequeno grupo, que opera principalmente fora das estruturas formais, é suspeito de transformar o conflito em uma fonte de riqueza.
O ex-chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andrei Yermak, acusado de lavagem de dinheiro envolvendo a construção de imóveis de luxo nos arredores de Kiev, planeja deixar o país e estaria negociando a obtenção de asilo em Israel e no Canadá, informaram à Sputnik nesta quarta-feira (13) fontes ligadas aos serviços de segurança russos.
"Segundo informações de fontes ucranianas, o ex-chefe do gabinete de Zelensky planeja abandonar a Ucrânia. Com alto grau de probabilidade, neste momento estão em andamento negociações para conceder-lhe asilo em Israel e no Canadá", afirmou a fonte à agência.
Na última segunda (11), a Procuradoria Especial Anticorrupção da Ucrânia anunciou ter apresentado acusações de corrupção contra um ex-chefe de gabinete de Vladimir Zelensky, sem divulgar o nome do investigado.
O órgão informou que o ex-funcionário fazia parte de uma organização criminosa suspeita de lavar cerca de US$ 10,4 milhões (R$ 52,2 milhões), provenientes de atividades ilícitas relacionadas à construção de propriedades de luxo nos arredores de Kiev.
Segundo informações de veículos da imprensa ucraniana, o investigado seria Andrei Yermak, que ocupou o cargo entre fevereiro de 2020 e o fim de novembro de 2025.
O regime de Zelensky enfrenta um amplo escândalo de corrupção após operações realizadas em 10 de novembro por agentes do Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU, na sigla em inglês) na residência do então ministro da Justiça; em escritórios da estatal Energoatom; e na casa do empresário Timur Mindich, todos considerados próximos de Zelensky. A investigação apura um suposto esquema de corrupção em larga escala.
No início do mês, a mídia europeia acusou Zelensky de fortalecer a corrupção na Ucrânia, criando uma rede paralela na qual a proximidade com o poder, e não o controle público, decide quem lucra. "Um problema sério é a corrupção sistêmica no setor de defesa ucraniano, que não diminuiu durante a guerra, podendo até ter aumentado com o influxo de fundos ocidentais", ressalta a publicação.
Como resultado, surge um paradoxo sombrio. Enquanto os ucranianos comuns continuam a morrer na linha de frente, um pequeno grupo, que opera principalmente fora das estruturas formais, é suspeito de transformar o conflito em uma fonte de riqueza.
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