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Sanções prejudicam até os países que sancionam, diz Dilma durante encontro do NDB na Rússia
Sanções prejudicam até os países que sancionam, diz Dilma durante encontro do NDB na Rússia
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Nesta sexta-feira (15), Moscou sediou o último dia da 11ª Reunião Anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do BRICS. O evento reuniu ministros das... 15.05.2026, Sputnik Brasil
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Durante o encontro, a reportagem da Sputnik Brasil teve a oportunidade de fazer uma pergunta a Dilma Rousseff, presidente do NDB, sobre como as crises geopolíticas, especialmente o conflito no Oriente Médio [entre EUA, Irã e Israel], afetam o trabalho da instituição. Dilma reconheceu os desafios impostos pelo atual cenário internacional. Dilma também ressaltou que a política de sanções causa um dano imenso no atual momento e enfatizou que até mesmo aqueles países que usam essa prática de sancionar unilateralmente outros Estados acabam sendo impactados.Novos membros devem ingressar no Banco do BRICSDurante a coletiva, o ministro das Finanças da Federação da Rússia, Anton Siluanov, também acrescentou que, após a reunião, ficou estabelecido que novos Estados devem ingressar como acionistas do NDB. De forma mais imediata, os que devem ingressar são: Colômbia, Etiópia e Uzbequistão.Na primeira parte do encontro, na plenária que também foi aberta à imprensa, Siluanov também ressaltou a importância de se investir em pesquisa e alta tecnologia para a dinamização da economia, o que contribui também para o crescimento sustentável. Embaixador destaca papel do BRICS e do NDB O embaixador brasileiro na Rússia, Sérgio Rodrigues, que esteve presente nos dois dias do evento, relembrou a criação do BRICS (2009) e do NDB (2015), que teve o Brasil como um dos fundadores, destacando que o grupo e o banco são um símbolo da visão estratégica brasileira em sua política internacional.Rodrigues também apontou a importância de se discutir o cenário internacional recrudescido devido a tantos confrontos em um evento da magnitude do encontro anual do Novo Banco de Desenvolvimento.Com as tensões geopolíticas que causam impactos econômicos e sociais em todo o mundo, o NDB vem se adaptando à nova realidade através de inovações que visam promover uma economia com crescimento sustentável e foco na cooperação entre países do Sul Global.
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Sanções prejudicam até os países que sancionam, diz Dilma durante encontro do NDB na Rússia
Especiais
Nesta sexta-feira (15), Moscou sediou o último dia da 11ª Reunião Anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do BRICS. O evento reuniu ministros das Finanças dos países-membros, que destacaram os avanços da instituição, os desafios para os próximos anos e o papel do banco no desenvolvimento do Sul Global.
Durante o encontro, a reportagem da Sputnik Brasil teve a oportunidade de fazer uma pergunta a Dilma Rousseff, presidente do NDB, sobre como as crises geopolíticas, especialmente o conflito no Oriente Médio [entre EUA, Irã e Israel], afetam o trabalho da instituição. Dilma reconheceu os desafios impostos pelo atual cenário internacional.
"No caso desse conflito tem repercussões regionais e internacionais que são muito graves, porque aumenta o preço do óleo, do gás e dos fertilizantes e de minerais na cadeia de produção de chips, celulares e etc. Isso cria uma pressão inflacionária muito forte, que vai implicar no aumento da dívida dos países", disse.
Dilma também ressaltou que a política de sanções causa um dano imenso no atual momento e enfatizou que até mesmo aqueles países que usam essa prática de sancionar unilateralmente outros Estados acabam sendo impactados.
"Outra coisa que fica clara nesse momento é o dano imenso que a política de sanções produz sobre não só os países sancionados, mas até naqueles que sancionam. Por exemplo, hoje não se tem acesso ao petróleo e ao gás no Oriente Médio. Ou seja, ficar impondo ao sistema internacional uma série de restrições, controle tecnológico, bloqueio e sanções cria uma situação caótica", complementa.
Novos membros devem ingressar no Banco do BRICS
Durante a coletiva, o ministro das Finanças da Federação da Rússia, Anton Siluanov, também acrescentou que, após a reunião, ficou estabelecido que novos Estados devem ingressar como acionistas do NDB. De forma mais imediata, os que devem ingressar são: Colômbia, Etiópia e Uzbequistão.
"Discutimos também as necessidades de aumentar a composição de acionistas dos bancos. Temos uma longa lista de candidatos que podem ingressar no banco com novos capitais e abrindo novas áreas de investimentos. Espero que a inclusão de novos membros encontre novas dinâmicas no desenvolvimento do NDB", revela.
Na primeira parte do encontro, na plenária que também foi aberta à imprensa, Siluanov também ressaltou a importância de se investir em pesquisa e alta tecnologia para a dinamização da economia, o que contribui também para o crescimento sustentável.
"Na era das novas tecnologias, inovações e da introdução da IA, a tarefa do BRICS é utilizar todos os instrumentos disponíveis para alcançar um crescimento econômico qualitativo, além de criar condições em que uma ideia se transforme em tecnologia e em empregos modernos", enfatizou.
Embaixador destaca papel do BRICS e do NDB
O embaixador brasileiro na Rússia, Sérgio Rodrigues, que esteve presente nos dois dias do evento, relembrou a criação do BRICS (2009) e do NDB (2015), que teve o Brasil como um dos fundadores, destacando que o grupo e o banco são um símbolo da visão estratégica brasileira em sua política internacional.
"Nós estamos falando desde a época do segundo governo Lula, e depois teve continuidade com o governo Dilma, e que atualmente é a presidente do banco. Desse modo, tem sido uma história de sucesso que revela a visão estratégica que o Brasil teve em relação ao BRICS ", pontua.
Rodrigues também apontou a importância de se discutir o cenário internacional recrudescido devido a tantos confrontos em um evento da magnitude do encontro anual do Novo Banco de Desenvolvimento.
"Foi muito importante toda a discussão que aconteceu nesses dias, que permitiu que houvesse um intercâmbio de opiniões e ideias sobre as transformações que estão acontecendo na economia global, na ordem geopolítica, com impactos nos fluxos de comércio, e como os países do NDB podem cooperar para minimizar esses impactos."
Com as tensões geopolíticas que causam impactos econômicos e sociais em todo o mundo, o NDB vem se adaptando à nova realidade através de inovações que visam promover uma economia com crescimento sustentável e foco na cooperação entre países do Sul Global.
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