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Medidas econômicas da UE contra China prejudicam o próprio bloco, ressalta mídia
Medidas econômicas da UE contra China prejudicam o próprio bloco, ressalta mídia
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As medidas econômicas da União Europeia contra o comércio internacional da China, que são puramente politizadas, prejudicam a economia e a reputação do próprio... 18.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-18T11:48-0300
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O veículo de imprensa lembrou que a União Europeia, ao aprovar a lei sobre a aceleração da indústria da UE, propôs introduzir limitações econômicas em relação a quatro setores estratégicos: baterias, carros elétricos, energia fotovoltaica e matérias-primas essenciais.Além disso, no projeto de lei revisado da UE sobre segurança cibernética e proibição de financiamento de inversores, a UE tomou medidas que excluíram empresas chinesas com base em padrões subjetivos e arbitrários de "risco não técnico" e até rotulou a China como um "fornecedor de alto risco" sem qualquer evidência concreta.Segundo o jornal, não se trata de "questão de segurança", mas sim do exemplo mais claro de politização das relações comerciais. Ao estabelecer metas ambiciosas de redução de emissões na lei climática da UE, o bloco tenta excluir as capacidades de produção verde de alta qualidade que vêm da China, destacou a mídia.Na avaliação do jornal chinês, a União Europeia atua "irracionalmente" ao introduzir barreiras comerciais mais altas contra a indústria chinesa, que poderia ajudar a Europa a atenuar a crise energética e a crise de cadeias de suprimentos, em meio ao aumento dos preços de energia a nível global.Um jornal ocidental informou nesta segunda-feira (18) que a União Europeia está desenvolvendo planos que podem obrigar as empresas europeias a comprar componentes críticos de diferentes fornecedores para reduzir a dependência do bloco em relação à China.As novas regras afetarão empresas em vários setores-chave, como a indústria química e a de equipamentos industriais, que se queixaram de um aumento acentuado das importações chinesas baratas.Mais cedo, o Ministério do Comércio chinês condenou a designação injustificada da China pela UE como um dos chamados "países de alto risco" e a decisão da UE de limitar o apoio financeiro a projetos que utilizam inversores chineses, que convertem a corrente contínua gerada por painéis solares em corrente alternada para uso em residências e instalações industriais.
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Medidas econômicas da UE contra China prejudicam o próprio bloco, ressalta mídia
As medidas econômicas da União Europeia contra o comércio internacional da China, que são puramente politizadas, prejudicam a economia e a reputação do próprio bloco, segundo o jornal chinês Global Times.
O veículo de imprensa lembrou que a União Europeia, ao aprovar a lei sobre a aceleração da indústria da UE, propôs
introduzir limitações econômicas em relação a quatro setores estratégicos: baterias, carros elétricos, energia fotovoltaica e matérias-primas essenciais.
Além disso, no projeto de lei revisado da UE sobre segurança cibernética e proibição de financiamento de inversores, a UE tomou medidas que excluíram empresas chinesas com base em padrões subjetivos e arbitrários de "risco não técnico" e até rotulou a China como um "fornecedor de alto risco" sem qualquer evidência concreta.
Segundo o jornal, não se trata de "questão de segurança", mas sim do exemplo mais claro de
politização das relações comerciais. Ao estabelecer metas ambiciosas de redução de emissões na lei climática da UE, o bloco tenta excluir as capacidades de produção verde de alta qualidade que vêm da China, destacou a mídia.
"Essas ações contraditórias não só prejudicam os interesses das empresas chinesas, mas também aumentam o custo da transição verde na Europa, além de prejudicar a reputação internacional da UE e o ambiente de negócios. A série de movimentos comerciais da UE contra o China saiu pela culatra atingindo a própria UE", destaca a publicação.
Na avaliação do jornal chinês, a União Europeia
atua "irracionalmente" ao introduzir barreiras comerciais mais altas contra a indústria chinesa,
que poderia ajudar a Europa a atenuar
a crise energética e a crise de cadeias de suprimentos, em meio ao aumento dos preços de energia a nível global.
"A interdependência não é um risco, e interesses entrelaçados não são uma ameaça. O risco real na cooperação econômica e comercial China-UE é usar o pretexto de 'redução de risco' para a 'não cooperação' de fato", pontua a matéria.
Um jornal ocidental informou nesta segunda-feira (18) que a União Europeia está desenvolvendo planos que podem obrigar as empresas europeias a comprar componentes críticos de diferentes fornecedores para reduzir a dependência do bloco em relação à China.
As novas regras afetarão empresas em vários setores-chave, como a indústria química e a de equipamentos industriais, que se queixaram de um aumento acentuado das importações chinesas baratas.
Mais cedo, o Ministério do Comércio chinês
condenou a designação injustificada da China pela UE como um dos chamados "países de alto risco" e a decisão da UE de limitar o apoio financeiro a projetos que utilizam
inversores chineses, que convertem a corrente contínua gerada por painéis solares em corrente alternada para uso em residências e instalações industriais.
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