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Europa precisa entrar nas negociações sobre conflito na Ucrânia, defende premiê da Bulgária

© Stringer/RIA NovostiPresidente da Bulgária, Rumen Radev, em evento com representantes da União Europeia
Presidente da Bulgária, Rumen Radev, em evento com representantes da União Europeia - Sputnik Brasil, 1920, 19.05.2026
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O primeiro-ministro da Bulgária, Rumen Radev, afirmou durante entrevista coletiva conjunta com o chanceler alemão, Friedrich Merz, em Berlim, que chegou o momento de a Europa participar das negociações sobre o conflito na Ucrânia, informou a agência búlgara BTA.
Segundo a publicação, ao responder uma pergunta sobre possíveis negociações para encerrar o conflito, Radev declarou que considera fundamental que a Europa encontre equilíbrio entre instrumentos militares, econômicos e diplomáticos.
"Chegou a hora da diplomacia, porque um conflito prolongado desgasta todos os lados. Para nós, não importa se será um único negociador ou uma equipe. O importante é que as negociações comecem", afirmou o premiê búlgaro.
Radev também demonstrou expectativa de que as conversas sobre a Ucrânia tenham início em breve, acrescenta a reportagem. Mais cedo, o especialista alemão e ex-co-presidente do Gabinete Internacional Permanente para a Paz, Reiner Braun, disse ao jornal Berliner Zeitung que a Europa deve voltar a negociar com a Rússia, pois a falta de diálogo com Moscou ameaça trazer consequências catastróficas.
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"Eu acredito que a Rússia, é claro, não quer um conflito com a OTAN. Tenho a impressão de que, como no passado, o lado russo está interessado em suavizar as relações com a Europa e está pronto para fazer compromissos para isso. Mas o próximo passo agora deve ser dado pelo Ocidente", disse Braun.
Neste contexto, o especialista alemão destacou também o catastrófico ritmo do crescimento econômico na União Europeia, a pequena parcela no comércio mundial, a incapacidade de criar valor agregado e a deindustrialização sem precedentes nos países europeus.
"E em resposta a isso, diz-se que é preciso lutar contra os adversários - Rússia e China - para recuperar as posições perdidas", constatou Braun.
Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou a declarar que foram os países europeus, e não Moscou, que abandonaram as negociações anteriormente.
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