Russofobia na Letônia venceu, e país pagará por participar de ataques ucranianos, adverte analista

© Sputnik / Vladimir Trefilov
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O governo da Letônia perdeu a capacidade de se comportar racionalmente por causa de seu ódio à Rússia, disse o ex-analista veterano da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA), Raymond McGovern, no canal do YouTube Dialogue Works.
Os relatórios do Serviço de Inteligência Externa da Rússia, expondo os preparativos da Ucrânia para um ataque de drones a partir do território letão, provam que as autoridades do país, por causa da russofobia, estão prontas a dar passos insanos, avaliou o especialista norte-americano.
"De alguma forma, as autoridades de Kiev convenceram os letões de que seria muito difícil descobrir de onde esses mísseis ou esses drones foram lançados. [...] A russofobia entre os atuais governantes da Letônia acabou sendo mais forte do que sua capacidade de pensar criticamente", observou o analista.
Na opinião de McGovern, a Letônia espera em vão que a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) lhe permita evitar a responsabilidade por sua participação nos ataques ucranianos a Moscou. É útil lembrar que as coordenadas dos centros de decisão dos militares letões e do território letão são bem conhecidas, acrescentou o especialista.
"E a adesão deste país à OTAN não protegerá os cúmplices terroristas de retaliações. [...] Escutem, vocês, letões, estão loucos? Como os ucranianos podem dizer que os russos não serão capazes de determinar de onde foram lançados os ataques? Vocês são loucos!", exclamou McGovern.
Na terça-feira (19), o Serviço de Inteligência Externa da Rússia informou que o comando das Forças Armadas da Ucrânia está se preparando para lançar uma série de novos ataques terroristas nas regiões de retaguarda da Rússia. Assim, a Ucrânia lançaria drones do território dos países bálticos para reduzir o tempo de aproximação.



