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ONG colombiana pede a Kiev informações sobre 35 mercenários desaparecidos na Ucrânia
ONG colombiana pede a Kiev informações sobre 35 mercenários desaparecidos na Ucrânia
Sputnik Brasil
A organização não governamental (ONG) colombiana "As vozes dos que partiram" solicitou às autoridades de Kiev informações sobre 35 mercenários colombianos que... 23.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-23T01:27-0300
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"Há dois meses foi enviada uma lista com 35 soldados desaparecidos", afirmou a representante da organização. A diretora acrescentou que a resposta da Procuradoria ucraniana sobre o início do processo de busca pelos desaparecidos levou cerca de um mês para chegar.No início de maio, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que cerca de 7 mil mercenários colombianos estariam lutando e morrendo "sem causa" na Ucrânia e ressaltou que o país não deseja "exportar morte".Em março, Petro sancionou a lei que proíbe o mercenarismo, mantendo em vigor a norma aprovada pelo Congresso colombiano em 2025. Com a legislação, a Colômbia incorporou ao seu ordenamento jurídico mecanismos internacionais para prevenir e punir atividades relacionadas ao mercenarismo.Com isso, o país fica obrigado a proibir práticas mercenárias, estabelecer sanções penais e adotar medidas para impedir esse tipo de atividade.A Colômbia também deverá promover o intercâmbio de informações, assistência judicial e extradição de responsáveis por esse tipo de atuação.
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ONG colombiana pede a Kiev informações sobre 35 mercenários desaparecidos na Ucrânia
A organização não governamental (ONG) colombiana "As vozes dos que partiram" solicitou às autoridades de Kiev informações sobre 35 mercenários colombianos que lutavam ao lado da Ucrânia e desapareceram no país, informou à Sputnik a diretora da entidade, Patricia Mendigaño.
"Há dois meses foi enviada uma
lista com 35 soldados desaparecidos", afirmou a representante da organização. A diretora acrescentou que a
resposta da Procuradoria ucraniana sobre o início do processo de busca pelos desaparecidos levou cerca de um mês para chegar.
No início de maio, o
presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que cerca de 7 mil mercenários colombianos estariam
lutando e morrendo "sem causa" na Ucrânia e ressaltou que o país não deseja "exportar morte".
Em março, Petro sancionou a lei que proíbe o mercenarismo, mantendo em vigor a norma
aprovada pelo Congresso colombiano em 2025. Com a legislação, a Colômbia incorporou ao seu ordenamento jurídico mecanismos internacionais para
prevenir e punir atividades relacionadas ao mercenarismo.
Com isso, o país fica obrigado a proibir práticas mercenárias, estabelecer sanções penais e adotar medidas para impedir esse tipo de atividade.
A Colômbia também deverá promover o intercâmbio de
informações, assistência judicial e extradição de responsáveis por esse tipo de atuação.
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