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O abismo brasileiro: onde se vive melhor e pior no país
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As profundas desigualdades regionais do país permanecem estagnadas: enquanto 18 das 20 cidades mais bem colocadas concentram-se nas regiões Sul e Sudeste, 19... 03.06.2026, Sputnik Brasil
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Jabuticaba Sem Caroço #927
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É o que aponta um ranking inédito divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) com organizações parceiras, que traçou um mapa da qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros em 2026. O diagnóstico foi feito por meio do Índice de Progresso Social (IPS), que avalia o bem-estar da população com base em 57 indicadores sociais e ambientais. Utilizando dados de fontes oficiais, como Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e MapBiomas, o índice analisa dimensões essenciais, como meio ambiente, inclusão social, moradia e oportunidades de desenvolvimento. Além dos fatores econômicos tradicionais, quais outras dimensões são levadas em conta para avaliar o progresso social dos municípios? Para discutir o tema, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Melissa Wilm, coordenadora do Índice de Progresso Social (IPS Brasil); e Juliano Pamplona Ximenes Ponte, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA), coordenador do núcleo Belém do Observatório das Metrópoles e membro do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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O abismo brasileiro: onde se vive melhor e pior no país
As profundas desigualdades regionais do país permanecem estagnadas: enquanto 18 das 20 cidades mais bem colocadas concentram-se nas regiões Sul e Sudeste, 19 das 20 com pior desempenho estão situadas no Norte e no Nordeste.
É o que aponta um ranking inédito divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) com organizações parceiras, que traçou um mapa da qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros em 2026. O diagnóstico foi feito por meio do Índice de Progresso Social (IPS), que avalia o bem-estar da população com base em 57 indicadores sociais e ambientais. Utilizando dados de fontes oficiais, como Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e MapBiomas, o índice analisa dimensões essenciais, como meio ambiente, inclusão social, moradia e oportunidades de desenvolvimento. Além dos fatores econômicos tradicionais, quais outras dimensões são levadas em conta para avaliar o progresso social dos municípios? Para discutir o tema, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Melissa Wilm, coordenadora do Índice de Progresso Social (IPS Brasil); e Juliano Pamplona Ximenes Ponte, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA), coordenador do núcleo Belém do Observatório das Metrópoles e membro do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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