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Especialistas alertam que acordos globais são insuficientes para lidar com pandemias, diz mídia
Especialistas alertam que acordos globais são insuficientes para lidar com pandemias, diz mídia
Sputnik Brasil
A pandemia de COVID-19, o surto de hantavírus andino, o ebola na África e a varíola dos macacos (Mpox) foram todos causados por patógenos conhecidos, mas... 10.06.2026, Sputnik Brasil
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Embora os países tenham avançado em direção a um acordo sobre pandemias na Organização Mundial da Saúde (OMS) após a COVID-19, ele ainda não foi finalizado, e poucas nações possuem planos nacionais para lidar com emergências de saúde causadas por doenças, indica um jornal de grande circulação no México.Os painéis independentes para Preparação e Resposta a Pandemias, para uma Convenção Global de Saúde Pública e o Conselho Global sobre Desigualdade, AIDS e Pandemias alertaram ainda que a proposta de alocar US$ 15 bilhões (cerca de R$ 81 bilhões) anualmente para prevenção e preparação para pandemias está longe de se tornar realidade.Embora os países tenham prometido ter diagnósticos, vacinas e tratamentos prontos em até 100 dias após a identificação de uma ameaça, esse não é o caso na África com o surto de ebola.Segundo especialistas, a crise de saúde que começou na República Democrática do Congo custará muitas vidas em um país já vulnerável à insegurança e à pobreza. Isso é agravado pelos esforços que serão necessários para conter a situação devido à falta de uma resposta imediata.Além disso, eles instaram governos e organizações com capacidade para se comprometerem a combater esse tipo de emergência em fóruns como a Assembleia Geral das Nações Unidas e a Reunião de Alto Nível sobre Preparação, Prevenção e Resposta a Pandemias, em Genebra, Suíça, a ser realizada em setembro deste ano."Esse ciclo de pânico e negligência não é mais aceitável", ressaltaram os especialistas.
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Especialistas alertam que acordos globais são insuficientes para lidar com pandemias, diz mídia
A pandemia de COVID-19, o surto de hantavírus andino, o ebola na África e a varíola dos macacos (Mpox) foram todos causados por patógenos conhecidos, mas nenhum foi prevenido pelas autoridades responsáveis, relata a mídia mexicana, citando painéis e organizações internacionais.
Embora os países tenham avançado em direção a um acordo sobre pandemias na Organização Mundial da Saúde (OMS) após a COVID-19, ele ainda não foi finalizado, e
poucas nações possuem planos nacionais para lidar com emergências de saúde causadas por doenças,
indica um jornal de grande circulação no México.
Os painéis independentes para Preparação e Resposta a Pandemias, para uma Convenção Global de Saúde Pública e o Conselho Global sobre Desigualdade, AIDS e Pandemias
alertaram ainda que a
proposta de alocar US$ 15 bilhões (cerca de R$ 81 bilhões) anualmente para prevenção e preparação para pandemias está longe de se tornar realidade.
Embora os países tenham prometido ter diagnósticos, vacinas e tratamentos prontos em até 100 dias após a identificação de uma ameaça, esse não é o caso na África com o surto de ebola.
Segundo especialistas, a
crise de saúde que começou na República Democrática do Congo custará muitas vidas em um
país já vulnerável à insegurança e à pobreza. Isso é agravado pelos esforços que serão necessários para conter a situação devido à falta de uma resposta imediata.
"É hora de levar isso muito a sério. O mundo está falhando em identificar, prevenir ou interromper surtos, nem em lidar com ameaças de pandemia", enfatizaram os especialistas.
Além disso, eles instaram governos e organizações com capacidade para se comprometerem a combater esse tipo de emergência em fóruns como a Assembleia Geral das Nações Unidas e a Reunião de Alto Nível sobre Preparação, Prevenção e Resposta a Pandemias, em Genebra, Suíça, a ser realizada em setembro deste ano.
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Esse ciclo de pânico e negligência
não é mais aceitável", ressaltaram os especialistas.
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