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Rússia e China não representam ameaça aos EUA e o caso do estreito de Ormuz prova isso, diz analista
Rússia e China não representam ameaça aos EUA e o caso do estreito de Ormuz prova isso, diz analista
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Hoje em dia, os Estados Unidos chamam a Rússia e a China de inimigos, porém, na verdade, são outros países que os desafiam, opinou Richard Wolff, professor da... 10.06.2026, Sputnik Brasil
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Wolff destacou que, atualmente, muitos países podem contestar a hegemonia exercida por Washington.Conforme enfatizou o especialista, os EUA estão tentando alcançar o impossível: ser um policial em todos os cantos do mundo — o que já se tornou ou pode se tornar um gargalo, como no caso do estreito de Ormuz. A lição que os EUA estão aprendendo é que até mesmo países pequenos e pobres podem desafiar Washington.Dessa forma, o analista concluiu que os Estados Unidos se tornaram "elefantes incapazes de se mover rapidamente".O Irã continua controlando o estreito de Ormuz. Na semana passada, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) afirmou ter atacado quatro petroleiros que tentavam atravessar a região sem autorização. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou continuar bloqueando os portos iranianos até que um acordo de paz seja alcançado.O chanceler russo, Sergei Lavrov, declarou repetidamente que a Rússia não tem planos agressivos contra os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da União Europeia e que está pronto para registrar as garantias de segurança por escrito. O Kremlin também enfatizou que Moscou não ameaça ninguém, mas não deixará de prestar atenção a ações potencialmente perigosas para seus interesses.
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Rússia e China não representam ameaça aos EUA e o caso do estreito de Ormuz prova isso, diz analista
Hoje em dia, os Estados Unidos chamam a Rússia e a China de inimigos, porém, na verdade, são outros países que os desafiam, opinou Richard Wolff, professor da Universidade de Massachusetts, em um canal no YouTube.
Wolff
destacou que, atualmente, muitos países podem contestar a hegemonia exercida por Washington.
"Acreditamos que nossos inimigos são a Rússia e a China. No entanto, elas não fizeram nada. Elas não fecharam o estreito de Ormuz. Pelo contrário, a China parece estar tentando convencer os iranianos a reabri-lo. A Rússia tem outras preocupações", ressaltou.
Conforme enfatizou o especialista,
os EUA estão tentando alcançar o impossível: ser um policial em todos os cantos do mundo — o que já se tornou ou pode se tornar um gargalo, como no caso do
estreito de Ormuz. A lição que os EUA estão aprendendo é que
até mesmo países pequenos e pobres podem desafiar Washington.
Dessa forma, o analista concluiu que os
Estados Unidos se tornaram
"elefantes incapazes de se mover rapidamente".
O Irã continua controlando o estreito de Ormuz. Na semana passada, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) afirmou ter atacado quatro petroleiros que tentavam atravessar a região sem autorização. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou continuar bloqueando os portos iranianos até que um acordo de paz seja alcançado.
O chanceler russo,
Sergei Lavrov, declarou repetidamente que a Rússia não tem planos agressivos contra os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da União Europeia e que está pronto para registrar as garantias de segurança por escrito. O Kremlin também enfatizou que
Moscou não ameaça ninguém, mas não deixará de prestar atenção a ações potencialmente perigosas para seus interesses.
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