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Ex-presidente sul-coreano é condenado a 30 anos de prisão por ordenar incursão de drones em Pyongyang

© AP Photo / Kim Hong-JiБывший президент Южной Кореи Юн Сук Ёль прибывает в суд, 9 июля 2025 года
Бывший президент Южной Кореи Юн Сук Ёль прибывает в суд, 9 июля 2025 года - Sputnik Brasil, 1920, 12.06.2026
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O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol (2022–2025) foi condenado pelo Tribunal Distrital Central de Seul, de acordo com documentos judiciais. Sua equipe jurídica recorreu da sentença horas após o anúncio, informou a agência de notícias Yonhap.
Yoon foi condenado por supostos crimes de traição, rebelião e abuso de poder. A mesma sentença de 30 anos de prisão foi aplicada ao ex-ministro da Defesa Kim Yong-hyun, que ocupou o cargo de setembro a dezembro de 2024.

Já o ex-chefe do Comando de Contrainteligência da Defesa, Yeo In-hyung (2023–2025), foi condenado a 15 anos de prisão e o o ex-comandante de Operações com Drones, Kim Yong-dae, recebeu teve suspensa sentença de três anos de prisão e um período de liberdade condicional de cinco anos.
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul remove oficialmente o presidente Yoon Suk-yeol do cargo
No dia 3 de dezembro de 2024, Yoon Suk-yeol declarou a lei marcial na Coreia do Sul para evitar ser destituído do cargo, alegando a necessidade de "erradicar forças pró-Coreia do Norte e proteger a ordem constitucional". Yoon fechou o Parlamento e proibiu as atividades dos partidos políticos e colocou a mídia sob controle militar.
Posteriormente, a maioria dos deputados conseguiu entrar na Assembleia Nacional e votou a favor da suspensão da lei marcial. No dia 14 de dezembro, a Casa apoiou o impeachment de Yoon Seok-yeol, com 204 votos a favor e 85 contra.
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