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Mídia: patrocínios de estatais sob Lula crescem R$ 540 mi em 2025, puxados por Caixa e BNDES
Mídia: patrocínios de estatais sob Lula crescem R$ 540 mi em 2025, puxados por Caixa e BNDES
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Estatais ampliaram em R$ 540 milhões os patrocínios firmados para 2025, elevando a carteira a R$ 1,6 bilhão — alta de 53% puxada por Caixa, Petrobras, Banco do... 14.06.2026, Sputnik Brasil
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As estatais, sob o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, ampliaram de forma expressiva seus contratos de patrocínio em 2025, somando R$ 1,6 bilhão em novos acordos, um aumento de 52,5% em relação ao ano anterior, já descontada a inflação. O crescimento foi puxado sobretudo pela Caixa Econômica Federal, que adicionou R$ 277,4 milhões em contratos, enquanto o BNDES registrou a maior alta proporcional, multiplicando por 15 o volume de 2024.De acordo com um jornal de grande circulação no país, os valores reforçam a tendência já identificada no ano passado, quando a apuração havia identificado que os patrocínios haviam voltado a crescer na gestão Lula, após terem sido reduzidos durante o governo de Jair Bolsonaro.Questionado sobre o assunto, o Planalto afirmou à mídia que as decisões sobre patrocínios cabem às próprias empresas, que defenderam a expansão.Lula tem defendido publicamente que as estatais ampliem o apoio ao esporte, especialmente a atletas e modalidades menos visíveis. Em 2024, o presidente cobrou maior participação das empresas públicas no financiamento do esporte olímpico e paralímpico, afirmando que o foco não deve ser apenas equipes já consagradas.Os maiores contratos de 2025 refletem essa orientação. A Caixa firmou R$ 160 milhões com o Comitê Paralímpico Brasileiro, R$ 90 milhões com a Confederação de Atletismo e R$ 80 milhões com a de Ginástica. O BNDES assinou R$ 60 milhões com a Confederação de Judô, valor que será pago ao longo de quatro anos. O anúncio do patrocínio paralímpico contou com a presença de Lula em cerimônia em São Paulo.Além do esporte, as estatais também ampliaram apoios culturais e regionais. A Caixa, por exemplo, reforçou patrocínios a festas de São João após a chegada de Carlos Vieira ao comando do banco, indicado por parlamentares do centrão nordestino. Mesmo nesses casos, contratos acima de R$ 200 mil precisam passar por comitê consultivo e pela Secom.Ainda segundo a mídia, as empresas afirmam que os patrocínios seguem critérios técnicos e estratégicos. A Caixa diz que a alta decorre de contratos plurianuais registrados integralmente no ano da assinatura. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirma que retomou projetos após paralisação entre 2020 e 2022, buscando recuperar protagonismo no desenvolvimento social. A Petrobras declara que ampliou patrocínios para fortalecer sua imagem e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.O Banco do Brasil, por sua vez, afirma que a expansão dos contratos reflete sua estratégia de fortalecer a marca e ampliar a conexão com diferentes públicos. Segundo a instituição, os investimentos seguem critérios mercadológicos e estão alinhados ao planejamento estratégico e às diretrizes de marketing e comunicação.
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Mídia: patrocínios de estatais sob Lula crescem R$ 540 mi em 2025, puxados por Caixa e BNDES
Estatais ampliaram em R$ 540 milhões os patrocínios firmados para 2025, elevando a carteira a R$ 1,6 bilhão — alta de 53% puxada por Caixa, Petrobras, Banco do Brasil e BNDES, que multiplicou por 15 seus contratos. O avanço, concentrado no esporte, é defendido pelas empresas e respaldado por Lula.
As estatais, sob o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, ampliaram de forma expressiva seus contratos de patrocínio em 2025,
somando R$ 1,6 bilhão em novos acordos, um aumento de 52,5% em relação ao ano anterior, já descontada a inflação. O crescimento foi puxado sobretudo pela Caixa Econômica Federal, que adicionou R$ 277,4 milhões em contratos,
enquanto o BNDES registrou a maior alta proporcional, multiplicando por 15 o volume de 2024.
De
acordo com um jornal de grande circulação no país, os
valores reforçam a tendência já identificada no ano passado, quando a apuração havia identificado que os patrocínios haviam
voltado a crescer na gestão Lula, após terem sido reduzidos durante o governo de Jair Bolsonaro.
Entre as quatro estatais de maior faturamento, a Caixa liderou com R$ 652,1 milhões em contratos, seguida por Petrobras (R$ 527,7 milhões), Banco do Brasil (R$ 289,2 milhões) e BNDES (R$ 99,3 milhões).
Questionado sobre o assunto, o Planalto afirmou à mídia que as decisões sobre patrocínios cabem às próprias empresas, que defenderam a expansão.
Lula tem
defendido publicamente que as
estatais ampliem o apoio ao esporte, especialmente a atletas e modalidades menos visíveis. Em 2024, o presidente cobrou maior participação das empresas públicas no financiamento do esporte olímpico e paralímpico, afirmando que o foco não deve ser apenas equipes já consagradas.
Os maiores contratos de 2025 refletem essa orientação. A Caixa firmou R$ 160 milhões com o Comitê Paralímpico Brasileiro, R$ 90 milhões com a Confederação de Atletismo e R$ 80 milhões com a de Ginástica. O BNDES assinou R$ 60 milhões com a Confederação de Judô, valor que será pago ao longo de quatro anos. O anúncio do
patrocínio paralímpico contou com a presença de Lula em cerimônia em São Paulo.
Além do esporte, as estatais também ampliaram apoios culturais e regionais. A Caixa, por exemplo,
reforçou patrocínios a festas de São João após a chegada de Carlos Vieira ao comando do banco, indicado por
parlamentares do centrão nordestino. Mesmo nesses casos, contratos acima de R$ 200 mil precisam passar por comitê consultivo e pela Secom.
Ainda segundo a mídia, as empresas afirmam que os patrocínios seguem critérios técnicos e estratégicos. A Caixa diz que a alta decorre de contratos plurianuais registrados integralmente no ano da assinatura. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirma que
retomou projetos após paralisação entre 2020 e 2022, buscando recuperar protagonismo no desenvolvimento social. A
Petrobras declara que ampliou patrocínios para fortalecer sua imagem e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.
O Banco do Brasil, por sua vez, afirma que a
expansão dos contratos reflete sua
estratégia de fortalecer a marca e ampliar a conexão com diferentes públicos. Segundo a instituição, os investimentos seguem critérios mercadológicos e estão alinhados ao planejamento estratégico e às diretrizes de marketing e comunicação.
Os dados foram obtidos pela apuração do jornal nas páginas de transparência das estatais e consideram apenas contratos assinados, não necessariamente valores já desembolsados. Parte dos acordos prevê pagamentos imediatos; outros se estendem por vários anos.
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