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Operação militar especial russa
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Kiev está condenada à derrota, pois europeus não podem apoiá-la no longo prazo, diz professor

© AP Photo / Yevgeny MaloletkaO líder ucraniano Vladimir Zelensky fala com jornalistas durante uma coletiva de imprensa conjunta com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, em Kiev, Ucrânia, 3 de outubro de 2024
O líder ucraniano Vladimir Zelensky fala com jornalistas durante uma coletiva de imprensa conjunta com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, em Kiev, Ucrânia, 3 de outubro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 16.06.2026
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Os países europeus não poderão ajudar a Ucrânia por muito tempo e os Estados Unidos estão se afastando do apoio a Kiev, declarou o professor da Universidade de Chicago John Mearsheimer em entrevista no YouTube.
Mearsheimer apontou que a economia britânica já não estava bem, mas agora está em uma situação terrível, assim como as economias da Alemanha e da França.

"Isso significa que eles não são capazes de compensar a falta de dinheiro e armas para a Ucrânia e os EUA estão tentando se desvincular desse negócio", detalhou.

Segundo o especialista, na situação atual, a Ucrânia está fadada à derrota. Os europeus não podem apoiar a Ucrânia em um conflito de longo prazo com a Rússia e isso será uma das razões da vitória de Moscou.
Veteranos colombianos que se juntaram às Forças Armadas ucranianas para combater a Rússia posam para uma foto perto de seu Humvee na linha de frente próximo da cidade de Liman, República Popular de Donetsk, 29 de janeiro de 2024. - Sputnik Brasil, 1920, 16.06.2026
Operação militar especial russa
Morte certa: Kiev atrai estrangeiros para suas tropas, pois tem falta de pessoal no front, diz mídia
Moscou advertiu repetidamente os países ocidentais de que o fornecimento de armas à Ucrânia não mudará o curso do conflito, apenas o prolongará. O chanceler russo, Sergei Lavrov, enfatizou que qualquer carga desse tipo se tornará um alvo legítimo para a Rússia.
Nos últimos anos, a Rússia observou uma atividade sem precedentes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) perto de suas fronteiras ocidentais. O bloco militar está ampliando suas iniciativas e chama isso de contenção da agressão. Moscou expressou repetidamente sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que está aberto ao diálogo com a OTAN, desde que seja em pé de igualdade, e que o Ocidente deve abandonar o curso de militarização do continente.
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