https://noticiabrasil.net.br/20260623/guerra-no-ira-esgotou-defesa-antiaerea-dos-eua-e-os-tornou-fracos-perante-china-diz-midia-51567601.html
Guerra no Irã esgotou defesa antiaérea dos EUA e os tornou fracos perante China, diz mídia
Guerra no Irã esgotou defesa antiaérea dos EUA e os tornou fracos perante China, diz mídia
Sputnik Brasil
Os Estados Unidos não têm a capacidade de produzir mísseis interceptores adicionais após a guerra no Oriente Médio, escreve uma revista estadunidense. 23.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-23T07:09-0300
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A revista aponta que os obstáculos na cadeia de suprimento de mísseis dos Estados Unidos são, fundamentalmente, sistêmicos.Segundo a matéria, a produção dos mísseis antiaéreos estadunidenses não pode ser ampliada rapidamente, pois há gargalos críticos, como a falta de motores de foguete sólidos, de ferramentas especializadas e de uma força de trabalho qualificada, além de verificações de segurança que limitam a produção mais do que o financiamento.Embora o Congresso dos EUA e o Pentágono tenham aumentado significativamente os orçamentos de aquisição, a reposição dos estoques levará anos e muitos interceptores não serão totalmente substituídos antes de 2028-2030, observa o artigo.Além disso, é destacado que esse atraso impõe escolhas difíceis: mísseis disparados no Oriente Médio não estarão mais disponíveis para defender as forças dos EUA e de seus aliados na região do Indo-Pacífico.Em um conflito de alta intensidade com a China, esses estoques de defesa antiaérea esgotados enfraqueceriam significativamente a postura das forças norte-americanas e a dissuasão regional, conclui a reportagem.Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) informou que os Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis nas últimas semanas levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.
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Guerra no Irã esgotou defesa antiaérea dos EUA e os tornou fracos perante China, diz mídia
Os Estados Unidos não têm a capacidade de produzir mísseis interceptores adicionais após a guerra no Oriente Médio, escreve uma revista estadunidense.
A revista aponta que os obstáculos na cadeia de suprimento de mísseis dos
Estados Unidos são, fundamentalmente, sistêmicos.
"A operação Fúria Épica contra o Irã consumiu mísseis interceptores avançados a um ritmo muito mais rápido do que a base industrial de defesa dos Estados Unidos consegue repor", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, a produção dos
mísseis antiaéreos estadunidenses não pode ser ampliada rapidamente, pois há gargalos críticos, como a
falta de motores de foguete sólidos, de ferramentas especializadas e de uma força de trabalho qualificada, além de verificações de segurança que limitam a produção mais do que o financiamento.
Embora o Congresso dos EUA e o Pentágono tenham aumentado significativamente os orçamentos de aquisição, a reposição dos estoques levará anos e muitos interceptores não serão totalmente substituídos antes de 2028-2030, observa o artigo.
Além disso, é destacado que esse atraso impõe escolhas difíceis: mísseis disparados no Oriente Médio não estarão mais disponíveis para defender as forças dos EUA e de seus aliados na
região do Indo-Pacífico.
Em um conflito de alta intensidade com a China, esses estoques de defesa antiaérea esgotados enfraqueceriam significativamente a postura das forças norte-americanas e a dissuasão regional, conclui a reportagem.
Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês)
informou que os Estados Unidos
correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.
O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis nas últimas semanas levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.
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