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PF indicia presidente da ANM e empresários do setor de mineração por exploração ilegal
PF indicia presidente da ANM e empresários do setor de mineração por exploração ilegal
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A Polícia Federal indiciou o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Henrique Moreira Sousa, em um inquérito que apura suspeitas de... 27.06.2026, Sputnik Brasil
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De acordo com a PF, o chefe da autarquia integrou uma organização criminosa de exploração ilegal de minério de ferro na serra do Curral, em Belo Horizonte. Caio Trivellato Seabra Filho, um dos diretores da ANM, também foi indiciado por corrupção, além de dezenas de empresários que exploram minério de ferro na Mina Granja Corum.Os indiciados são acusados de usar planos de recuperação ambiental e de fechamento de mina como fachada para lavra em área tombada e protegida. Segundo a investigação, há os núcleos empresarial, técnico, financeiro e de captura institucional.O inquérito policial foi instaurado a partir da requisição do Ministério Público, em procedimento civil sobre extração irregular em área tombada, e evoluiu para a identificação de crimes de usurpação de bens da União, extração mineral sem título, dano a área especialmente protegida, degradação de bem tombado, organização criminosa, corrupção, lavagem de capitais e fraude processual.A ANM informou por nota que não foi informada do indiciamento e está à disposição das autoridades competentes para prestar as informações que forem solicitadas no âmbito das investigações.A autarquia federal é vinculada ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela gestão da atividade de mineração e dos recursos minerais brasileiros.
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PF indicia presidente da ANM e empresários do setor de mineração por exploração ilegal
19:40 27.06.2026 (atualizado: 22:26 27.06.2026) A Polícia Federal indiciou o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Henrique Moreira Sousa, em um inquérito que apura suspeitas de favorecimento a empresários ligados à mineração ilegal em Minas Gerais. O caso envolve as operações Rejeito e Parcours.
De acordo com a PF, o chefe da autarquia integrou uma
organização criminosa de exploração ilegal de minério de ferro na serra do Curral, em Belo Horizonte. Caio Trivellato Seabra Filho, um dos diretores da ANM, também foi indiciado por corrupção, além de dezenas de empresários que exploram
minério de ferro na Mina Granja Corum.
"As alegações de recuperação ambiental foram utilizadas como suporte formal para viabilizar extração, beneficiamento, logística e comercialização de minério em desconformidade com os limites jurídicos".
Os indiciados são acusados de usar planos de recuperação ambiental e de fechamento de mina como fachada para lavra em área tombada e protegida. Segundo a investigação, há os núcleos empresarial, técnico, financeiro e de captura institucional.
O inquérito policial foi instaurado a partir da requisição do Ministério Público, em procedimento civil sobre extração irregular em área tombada, e evoluiu para a identificação de crimes de usurpação de bens da União, extração mineral sem título, dano a área especialmente protegida, degradação de bem tombado, organização criminosa, corrupção, lavagem de capitais e fraude processual.
A ANM informou por nota que não foi informada do indiciamento e está à disposição das autoridades competentes para prestar as informações que forem solicitadas no âmbito das investigações.
A autarquia federal é vinculada ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela gestão da atividade de mineração e dos
recursos minerais brasileiros.
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