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Venezuela registra mais de 500 réplicas após terremotos que já deixaram 1.719 mortos
Venezuela registra mais de 500 réplicas após terremotos que já deixaram 1.719 mortos
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A Venezuela já registrou mais de 500 réplicas desde os dois fortes terremotos que atingiram o país na última semana, informou nesta segunda-feira (29) o... 29.06.2026, Sputnik Brasil
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Segundo ele, as equipes de resgate e assistência humanitária continuam a atuar em um ambiente de alto risco, enquanto o número de vítimas do desastre aumenta.O representante das Nações Unidas informou que o tremor mais recente ocorreu na madrugada desta segunda e teve magnitude 5,2."Como se pode imaginar, continuamos operando em um ambiente de alto risco. Sete estados foram afetados. Os mais atingidos são o estado de La Guaira e o Distrito Capital de Caracas", acrescentou.Segundo Del Tindaro, a ONU e o governo venezuelano iniciaram a aquisição de 10 mil sacos para cadáveres diante da expectativa de que o número de mortos continue a aumentar. As projeções da entidade internacional apontam que mais de 55 mil pessoas podem ter morrido por conta do desastre.O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, informou que o número de mortes subiu para 1.719. Outras 5.034 pessoas ficaram feridas e 15.866 permanecem desalojadas, em consequência dos terremotos.Os dois abalos sísmicos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país em um curto intervalo de tempo, provocando destruição em diversas regiões. Diversos edifícios residenciais foram destruídos, enquanto danos significativos foram registrados na infraestrutura urbana, hospitais e serviços públicos.As operações de busca e resgate continuam nas áreas mais afetadas, enquanto as autoridades venezuelanas e organizações internacionais ampliam a assistência humanitária às vítimas daquele que já é considerado o maior desastre natural da história recente da Venezuela.
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Venezuela registra mais de 500 réplicas após terremotos que já deixaram 1.719 mortos
17:08 29.06.2026 (atualizado: 21:42 29.06.2026) A Venezuela já registrou mais de 500 réplicas desde os dois fortes terremotos que atingiram o país na última semana, informou nesta segunda-feira (29) o coordenador residente da Organização das Nações Unidas (ONU) no país, Gianluca Rampolla Del Tindaro.
Segundo ele, as equipes de resgate e assistência humanitária continuam a atuar em um ambiente de alto risco, enquanto
o número de vítimas do desastre aumenta.
"Desde a última quarta-feira (25), quando fomos atingidos pelos dois terremotos em sequência, já registramos 500 réplicas", afirmou Del Tindaro durante coletiva de imprensa na sede da ONU.
O representante das Nações Unidas informou que o tremor mais recente ocorreu na madrugada desta segunda e teve magnitude 5,2.
"Como se pode imaginar, continuamos operando em um ambiente de alto risco. Sete estados foram afetados. Os mais atingidos são o estado de La Guaira e o Distrito Capital de Caracas", acrescentou.
Segundo Del Tindaro,
a ONU e o governo venezuelano iniciaram a aquisição de 10 mil sacos para cadáveres diante da expectativa de que o número de mortos continue a aumentar. As projeções da entidade internacional apontam que mais de 55 mil pessoas podem ter morrido por conta do desastre.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, informou que o número de mortes subiu para 1.719. Outras 5.034 pessoas ficaram feridas e 15.866 permanecem desalojadas, em consequência dos terremotos.
Os dois abalos sísmicos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país em um curto intervalo de tempo, provocando destruição em diversas regiões. Diversos edifícios residenciais foram destruídos, enquanto danos significativos foram registrados na infraestrutura urbana, hospitais e serviços públicos.
As operações de busca e resgate continuam nas áreas mais afetadas, enquanto as
autoridades venezuelanas e organizações internacionais ampliam a assistência humanitária às vítimas daquele que já é considerado o
maior desastre natural da história recente da Venezuela.
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