https://noticiabrasil.net.br/20260704/revisao-aponta-que-provas-nao-confirmam-papel-humano-na-extincao-de-megafauna-americana-foto-51935226.html
Revisão aponta que provas não confirmam papel humano na extinção de megafauna americana (FOTO)
Revisão aponta que provas não confirmam papel humano na extinção de megafauna americana (FOTO)
Sputnik Brasil
Durante décadas, os arqueólogos associaram os pontos de pedra de Clóvis encontrados junto a ossos de mamute, mastodonte e gomfothere à caça de grandes animais... 04.07.2026, Sputnik Brasil
2026-07-04T12:46-0300
2026-07-04T12:46-0300
2026-07-04T12:46-0300
ciência e sociedade
ciência e tecnologia
sociedade
brasil
sputnik
arqueólogos
arqueólogo
arqueologia
sítio arqueológico
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/07/04/51933506_177:0:2422:1263_1920x0_80_0_0_a977fef6791516d7a665ab92e7db1ad6.png
A revista salienta que o estudo alega que os elementos de prova não justificam uma conclusão tão definitiva.Segundo a matéria, a revisão dos cientistas observa que a limpeza é generalizada na natureza, com muitos carnívoros, onívoros e grupos humanos explorando carcaças que não mataram, portanto o povo Clóvis provavelmente teve oportunidades semelhantes de obter carne de proboscídeos.A caça e a limpeza podem deixar vestígios quase idênticos no registro arqueológico, um problema chamado equifinalidade, de modo que encontrar um ponto de Clóvis junto a ossos de mamute não é prova de que o animal foi morto por seres humanos.Após examinarem os indicadores propostos de caça e limpeza nos locais de Clóvis, os autores concluem que as pessoas provavelmente se envolviam com ambos os comportamentos, mas as evidências atuais não permitem distingui-los de maneira confiável.Como a limpeza pode produzir os mesmos padrões arqueológicos atribuídos às mortes, os locais de Clóvis existentes não podem ser tomados como prova firme de que os humanos caçaram repetidamente mamutes e espécies afins, enfatiza o artigo.Até que sejam desenvolvidos métodos que separem claramente a caça da limpeza, a equipe argumenta que o registro arqueológico não mostra de forma convincente que a caça humana levou à extinção dos proboscídeos norte-americanos, conclui a reportagem.
https://noticiabrasil.net.br/20260704/desenterram-no-egito-povoado-completo-de-1700-anos-com-ruas-casas-e-igreja-preservados-fotos-51929598.html
brasil
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/07/04/51933506_645:0:2329:1263_1920x0_80_0_0_1722a54ca5faeee6423c9ef0892a6dc1.pngSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
ciência e tecnologia, sociedade, brasil, sputnik, arqueólogos, arqueólogo, arqueologia, sítio arqueológico
ciência e tecnologia, sociedade, brasil, sputnik, arqueólogos, arqueólogo, arqueologia, sítio arqueológico
Revisão aponta que provas não confirmam papel humano na extinção de megafauna americana (FOTO)
Durante décadas, os arqueólogos associaram os pontos de pedra de Clóvis encontrados junto a ossos de mamute, mastodonte e gomfothere à caça de grandes animais. Porém, as descobertas recentes reforçaram a visão de que o povo Clóvis caçava ativamente essas megafaunas, contribuindo para sua extinção, escreve a revista Archaeology News.
A revista
salienta que o estudo alega que os elementos de prova não justificam uma conclusão tão definitiva.
"A investigação [...] analisou 15 locais norte-americanos conhecidos onde foram encontrados pontos Clóvis junto aos restos de proboscídeos, grupo que inclui mamutes, mastodontes e gomfoterinos. [Os pesquisadores] revisaram evidências de arqueologia, paleoantropologia, etnografia e comportamento animal para comparar a caça com a limpeza", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, a
revisão dos cientistas observa que a limpeza é generalizada na natureza, com muitos carnívoros,
onívoros e grupos humanos explorando carcaças que não mataram, portanto o povo Clóvis provavelmente teve oportunidades semelhantes de obter carne de proboscídeos.
A caça e a limpeza podem deixar vestígios quase idênticos no registro arqueológico, um problema chamado equifinalidade, de modo que encontrar um ponto de Clóvis junto a ossos de mamute não é prova de que o animal foi morto por
seres humanos.
Após examinarem os indicadores propostos de caça e limpeza nos locais de Clóvis, os autores concluem que as pessoas provavelmente se envolviam com ambos os comportamentos, mas as evidências atuais não permitem distingui-los de maneira confiável.
Como a limpeza pode produzir os mesmos
padrões arqueológicos atribuídos às mortes, os locais de Clóvis existentes não podem ser tomados como prova firme de que
os humanos caçaram repetidamente mamutes e espécies afins, enfatiza o artigo.
Até que sejam desenvolvidos métodos que separem claramente a caça da limpeza, a equipe argumenta que o registro arqueológico não mostra de forma convincente que a caça humana levou à extinção dos proboscídeos norte-americanos, conclui a reportagem.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).