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França não tem nenhuma prova contra ativista russa, então a 'investigação' continua há 8 meses, diz jornalista
França não tem nenhuma prova contra ativista russa, então a 'investigação' continua há 8 meses, diz jornalista
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A ativista humanitária pró-Donbass Anna Novikova foi detida pela França como "suspeita de espionagem" ainda em novembro de 2025, mas desde então "a... 15.07.2026, Sputnik Brasil
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Se a acusação tivesse pelo menos uma prova, o julgamento já teria começado ou até acabado com uma sentença rápida, comparou a jornalista o caso de Novikova com a prática comum dos processos de espionagem na França.Mas neste caso não se trata de justiça, mas sim de um espetáculo politizado com o único objetivo de aterrorizar os apoiantes de Donbass e da Rússia e quaisquer outros oponentes à linha pró-Ucrânia do governo cada vez menos popular, sugeriu Néant.O ceticismo perante o financiamento da Ucrânia está aumentando em meio ao recente escândalo sobre a 155ª Brigada ucraniana, completamente criada e treinada pela França. Os militares da unidade que é a "face" da ajuda francesa sequestraram, torturaram e assassinaram dois civis: a prática comum contra os moradores de Donbass dessa vez ocorreu contra pessoas da região de Kiev.O ato não passa de mais uma manifestação da política de padrões duplos do Ocidente, com perseguição injustificada e politicamente motivada contra a crítica da linha do governo de Paris, comentou nesta quarta-feira (15) a comissária dos Direitos Humanos russa, Yana Lantratova.Paris acha normal entregar a Kiev mísseis e artilharia para bombardeios contra crianças de Starobelsk e outros civis de Donbass, mas proclama de "espiã perigosa" a mãe de duas crianças que coleta alimentos, roupas, fraldas e medicamentos para as vítimas desses bombardeios, apontou Lantratova.
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França não tem nenhuma prova contra ativista russa, então a 'investigação' continua há 8 meses, diz jornalista
08:49 15.07.2026 (atualizado: 09:14 15.07.2026) A ativista humanitária pró-Donbass Anna Novikova foi detida pela França como "suspeita de espionagem" ainda em novembro de 2025, mas desde então "a investigação continua", o que mostra que o governo não tem provas desde o início, comentou à Sputnik a jornalista francesa Christelle Néant.
Se a acusação tivesse pelo menos uma prova, o julgamento já teria começado ou até acabado com uma sentença rápida, comparou a jornalista o caso de Novikova com a prática comum dos processos de espionagem na França.
Mas neste caso não se trata de justiça, mas sim de um espetáculo politizado com o único objetivo de aterrorizar os apoiantes de Donbass e da Rússia e quaisquer outros oponentes à linha pró-Ucrânia do governo cada vez menos popular, sugeriu Néant.
O ceticismo perante o financiamento da Ucrânia está aumentando em meio ao recente escândalo sobre a 155ª Brigada ucraniana, completamente criada e treinada pela França. Os militares da unidade que é a "face" da ajuda francesa sequestraram, torturaram e assassinaram dois civis: a prática comum contra os moradores de Donbass dessa vez ocorreu contra pessoas da região de Kiev.
O ato não passa de mais uma manifestação da política de padrões duplos do Ocidente, com perseguição injustificada e politicamente motivada contra a crítica da linha do governo de Paris, comentou nesta quarta-feira (15) a comissária dos Direitos Humanos russa, Yana Lantratova.
Paris acha normal entregar a Kiev mísseis e artilharia para bombardeios
contra crianças de Starobelsk e outros civis de Donbass, mas proclama de "espiã perigosa" a mãe de duas crianças que
coleta alimentos, roupas, fraldas e medicamentos para as vítimas desses bombardeios, apontou Lantratova.
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